paiN Gaming: a história completa do time mais tradicional do LoL brasileiro
paiN Gaming: a história completa no LoL, com 4 títulos de CBLOL, os Mundiais de 2015 e 2024, os jogadores da camisa e o elenco de 2026.

Neste guia 19 seções
- Do Dota ao primeiro time de LoL do Brasil (2010-2012)
- O primeiro título da paiN Gaming e a primeira gaming house (2013)
- Coreanos, Keyd e o primeiro grande rival (2014)
- 2015: o ano do Allianz Parque
- O desmonte da paiN Gaming (2016-2017)
- O rebaixamento e a volta por honra (2018-2019)
- A volta do brTT e a varrida reversa (2020-2021)
- Cinco vices e a rivalidade com a LOUD (2022-2024)
- A redenção de 2024 e o Mundial
- LTA Sul (2025) e o CBLOL 2026
- O elenco e a comissão técnica da paiN Gaming em 2026
- A torcida da paiN Gaming: a T1 do Brasil
- Todas as finais de CBLOL da paiN Gaming
- Outros títulos da paiN Gaming no LoL
- Quantos jogadores já passaram pela paiN Gaming?
- A paiN Gaming além do LoL
- Quem está por trás da paiN Gaming
- Números da paiN Gaming
- Perguntas frequentes sobre a paiN Gaming
História da paiN Gaming atualizada em 19/10/2026, com o elenco do Split 2 de 2026.
Nenhuma organização carrega a história do LoL brasileiro como a paiN Gaming. Foi o primeiro time profissional de League of Legends do país, antes mesmo de existir servidor brasileiro. Criou a primeira gaming house da América Latina, levou o CBLOL para um estádio de futebol lotado e é uma das poucas organizações do primeiro CBLOL, lá em 2012, que seguem em atividade. São quatro títulos nacionais, doze finais, duas idas ao Mundial, um rebaixamento que ninguém imaginava e uma torcida que já lotou arenas de norte a sul. Este guia conta essa trajetória inteira, com as histórias de quem viveu cada fase.
Do Dota ao primeiro time de LoL do Brasil (2010-2012)
A paiN Gaming nasceu em março de 2010, no Dota, fundada por Arthur “PAADA” Zarzur, ex-jogador profissional. O time de Dota foi o mais vitorioso do Brasil e deu à organização uma base de fãs que chamou a atenção dos primeiros jogadores de LoL. Em dezembro de 2011, a paiN montou sua equipe de League of Legends, a primeira profissional do país. Kami, que na época era o brasileiro com a maior pontuação no servidor norte-americano, foi o primeiro nome contratado para o meio.
Em 2012, a Riot chegou ao Brasil e anunciou o primeiro Campeonato Brasileiro de League of Legends na Brasil Game Show. A paiN Gaming chegou ao torneio com uma novidade que ninguém tinha feito no país: a paiN House, uma semana de bootcamp com o time morando e treinando junto. O elenco tinha Tittu no top, SirT (Thúlio) na jungle, Kami no mid, brTT no bot e MiT no suporte. brTT tinha chegado naquele ano, depois de enfrentar a própria paiN com outra equipe num dos primeiros torneios do país.
Na semifinal, a vTi Nox de yeTz, com um Karthus inspirado, eliminou a paiN Gaming. O time venceu a Insight e ficou em terceiro. Ainda no palco, com lágrimas nos olhos, brTT disse uma frase que viraria marca registrada da organização: aquilo não era só diversão, era uma família. E a torcida já estava lá. Os próprios jogadores contam que não sabiam que tinham fãs até ver a multidão pedindo fotos e autógrafos que eles nem tinham.
O primeiro título da paiN Gaming e a primeira gaming house (2013)
Em 2013 nasceu a primeira grande rivalidade do LoL brasileiro: paiN contra CNB, ou melhor, Kami contra Takeshi. Takeshi chegou a ter três contas ao mesmo tempo nas três primeiras posições da ranqueada, e a comunidade vivia dividida sobre quem era o melhor mid do país. Kami era sólido e mecânico; Takeshi, agressivo e focado nas side lanes.
A final do Campeonato Brasileiro de 2013 foi no WTC Golden Hall, em São Paulo, com cerca de 3 mil pessoas, gente sentada até nos corredores. Kami apostou num Gragas AP que os outros times ainda não tinham entendido, e SirT passou a série inteira caçando Takeshi, origem do meme do “Thúlio na moita”. A paiN Gaming venceu a CNB por 3 a 1 e ganhou o primeiro título nacional da história. Os próprios envolvidos lembram que, apesar dos anos de Dota, a paiN nunca tinha vencido nada tão grande presencialmente.
No mesmo ano, a paiN Gaming anunciou a primeira gaming house da América Latina. Para os jogadores, foi uma decisão de vida: Kami era de Florianópolis, Thúlio do Recife e brTT do Rio, e todos se mudaram para São Paulo para treinar oito horas por dia, como numa profissão de verdade. O time também virou a primeira equipe brasileira a disputar torneios no exterior e venceu uma votação internacional da Razer, à frente de CLG e Alliance, como a equipe do ano. A vaga no Mundial escapou na final do classificatório internacional, contra a lituana GamingGear.
Coreanos, Keyd e o primeiro grande rival (2014)
O ano começou com um vice no IEM São Paulo, na Campus Party, contra a francesa Millenium. Em fevereiro veio o primeiro grande abalo: brTT deixou a paiN Gaming e foi para a Keyd Stars, que trazia dois coreanos, SuNo e o jungler Winged. A paiN respondeu na mesma moeda. A organização mandou mensagens para jogadores estrangeiros pelo Reddit até chegar a Olleh, que indicou Lactea. Os dois coreanos mudaram o ritmo do time e da ranqueada brasileira. Lactea, pelos relatos da época, estava entre os jogadores mais mecânicos que já passaram pelo Brasil. Olleh virou xodó da torcida cantando Sandy & Junior em português na stream.

A final da Série dos Campeões foi justamente paiN contra a Keyd de brTT. A série foi para o quinto jogo e a Keyd venceu por 3 a 2. Como se diz até hoje no cenário, brTT sai da paiN Gaming, mas a paiN nunca deixa ele ir longe: quando não está no time, está do outro lado da final. No segundo semestre, paiN e Keyd caíram juntas nas semifinais da final regional, e a paiN ainda fechou o ano com três títulos presenciais menores.
2015: o ano do Allianz Parque
Em 2015 a Riot transformou o CBLOL em liga, com estúdio e jogos semanais, e a paiN Gaming foi atrás de quem trazia público: brTT voltou para casa. Ele conta que recebeu propostas do exterior naquele momento, mas escolheu ficar. Com a saída dos coreanos, que não conseguiram renovar o visto, chegou Dioud, suporte francês. Ele tinha jogado no Brasil em 2014 e ficou impressionado: quando o time dele matava alguém, ninguém comemorava; quando a paiN matava, o ginásio explodia. Prometeu a si mesmo jogar um dia com aquela torcida a favor.
O primeiro split terminou com um 3 a 0 da INTZ na semifinal. A resposta foi uma das maiores contratações da história do CBLOL: a troca de Leko por Mylon com a Keyd. O time passou a ter três carregadores, brTT, Kami e Mylon, e muita personalidade forte no mesmo quarto. Os treinos tinham discussões acaloradas, e a campanha na fase de pontos foi irregular. Foi aí que a paiN Gaming inovou de novo: tornou-se o primeiro time a trazer psicólogos do esporte para o dia a dia, um padrão que o cenário adotou depois.
Os playoffs e a final no Allianz Parque
Nos playoffs, o time virou outro. Na semifinal contra a Keyd, a paiN Gaming percebeu no draft que o adversário escolhia exatamente os campeões que ela tinha treinado na semana. brTT levantou e aplaudiu o outro time, uma cena que virou meme. Mesmo assim, a paiN venceu por 3 a 0, com direito a um roubo de Barão que rendeu outro bordão eterno: “calibra o Smite, Revolta”.
A final contra a INTZ, favorita absoluta, foi no Allianz Parque, estádio do Palmeiras, com 12 mil ingressos vendidos. Numa enquete entre os narradores, 14 apostaram na INTZ e só 1 na paiN Gaming. No estádio, cerca de 90% da torcida era paiN. Antes do jogo, brTT fez o discurso mais famoso do LoL brasileiro:

Isso aqui não é um time. É uma família. Se você vê que alguém está em perigo, vai deixar seu irmão morrer?
brTT, antes da final do CBLOL 2015
A paiN Gaming venceu por 3 a 0, com brTT de Vayne, um pick que ninguém esperava, e um backdoor de Mylon para fechar a série que até hoje arrepia quem estava no estádio. Mylon, de Shen, repetia no microfone que estava passando mal enquanto derrubava o Nexus. A final de Allianz virou o marco zero de uma geração: muita gente que hoje trabalha com esports diz que começou ali, e a imprensa tradicional passou a perguntar que jogo era aquele que lotava estádio de futebol.
O caminho até o Mundial de 2015
Depois, a paiN Gaming venceu todas as partidas do classificatório internacional no Chile, com vitória sobre a Kaos Latin Gamers na final diante de 5 mil chilenos, e foi ao Mundial de 2015 na Europa. Com jogos às 6 da manhã no horário de Brasília, bateu audiências que a Riot Brasil nunca tinha visto. Venceu a Flash Wolves e a CLG, a melhor campanha brasileira em Mundiais até então, e ficou fora das quartas por detalhes. Quem assistiu ainda lembra de duas jogadas: um erro de Dioud e um chute de Lee Sin em Mylon.

O desmonte da paiN Gaming (2016-2017)
O sucesso durou pouco. Dioud voltou para a Europa, e o substituto, Loop, foi suspenso por um ano pela Riot, que entendeu que ele tinha sido aliciado para sair da INTZ. Sem opção, a paiN colocou Picoca, um criador de conteúdo sem experiência competitiva, no suporte. Os conflitos de 2015 não resolvidos voltaram, e a confiança entre os jogadores acabou. Pela primeira vez, a paiN ficou fora das semifinais do CBLOL e precisou vencer uma série contra a Overload para não cair.
No segundo semestre, brTT perdeu a vaga de titular e acabou deixando a organização, e a forma como isso aconteceu marcou os dois lados. Ele disse depois que esperava mais respeito e transparência e chamou aquele momento de fundo do poço da carreira. O próprio PAADA admite hoje que a organização não deu a ele o respeito que merecia, e que aquela saída abriu uma sequência de decisões ruins.
Em 2017, SirT saiu depois de seis anos, e PAADA assumiu a comissão técnica. O time ainda chegou à final do segundo split, em Belo Horizonte, mas perdeu para a surpresa Team oNe. Foi a despedida de uma geração: Mylon parou, e Kami, esgotado e apaixonado por aviação, pediu um tempo. Ele conta que, numa conversa séria sobre o futuro do time, apontou um avião passando no céu, e ouviu de volta que, se fosse uma Ahri voando, ele nem teria notado.
O rebaixamento e a volta por honra (2018-2019)
Em 2018, a paiN apostou em Takeshi, o velho rival, adaptado ao top, e em Tinowns no mid, com uma comissão técnica que, segundo os próprios envolvidos, chegou a ter perto de vinte pessoas. Deu tudo errado. O time vencia um jogo, perdia outro e não conseguia fechar as séries. Em março de 2018, com uma vitória em sete jogos, a paiN foi rebaixada ao Circuito Desafiante pela primeira vez na história.
Tinowns e Matsukaze ficaram. Tin explicou que não era questão de vontade, era questão de honra: como fez parte da campanha que rebaixou a paiN, sentia que precisava devolvê-la à elite. A primeira tentativa fracassou, com derrotas por 3 a 0 na final do Circuito para a Redemption e por 3 a 0 na série de acesso contra a INTZ. Na segunda, com Minerva de volta, agora na jungle, e esA no suporte, a paiN venceu a Team One na final e voltou ao CBLOL em 2019.
Fora do jogo, o rebaixamento forçou uma reforma completa da gestão, com rotina esportiva mais rígida e uma área comercial nova. A paiN foi a primeira equipe de esports patrocinada pela Coca-Cola e trouxe outras marcas de fora do meio gamer, como a BMW, um movimento que abriu portas para o cenário inteiro.
A volta do brTT e a varrida reversa (2020-2021)
No fim de 2019, brTT voltou. As conversas começaram na casa dele, e a condição para fechar era simbólica: PAADA precisava ir pessoalmente pedir desculpas pela forma como ele tinha saído em 2016. PAADA foi. O primeiro split de 2020, com os coreanos SeongHwan e Key, esbarrou na pandemia e no treino remoto e não deu certo. Deixou, porém, uma herança: o técnico coreano Xero, que seria peça central nos anos seguintes.
Para o segundo split, a paiN apostou em CarioK, um jungler pouco conhecido que tinha chegado rápido ao topo da ranqueada europeia, e trouxe Robo e esA. O time terminou a fase de pontos em primeiro, com 14 vitórias e 7 derrotas, e chegou à final contra a INTZ, disputada no terraço de um prédio perto da Ponte Estaiada, em São Paulo. Perdeu por 3 a 1. No fim de 2020, Kami anunciou a aposentadoria definitiva. Seu último jogo pela paiN tinha sido a final de 2017.
As franquias e o MSI 2021
Em 2021, com a chegada das franquias, a paiN trouxe Luci, parceiro de brTT no título do Flamengo. A dupla é lembrada como uma das melhores duplas de bot lane da história do CBLOL. O começo foi ruim, mas nas quartas de final veio o momento que definiu o time: perdendo por 2 a 0 para a LOUD, a paiN decidiu voltar ao que sabia fazer. Na call, a ordem era clara: “dá o Draven pro brTT”. A paiN venceu três jogos seguidos, na primeira varrida reversa da história dos playoffs do CBLOL. Depois, bateu o Flamengo do brTT em cinco jogos na semifinal e venceu a Vorax por 3 a 1 na final, disputada online. Foram quase seis anos sem título. Tinowns saiu correndo para abraçar CarioK, que chorava.
No MSI 2021, na Islândia, a paiN ficou em terceiro no grupo com MAD Lions, PSG Talon e Istanbul Wildcats. Venceu os turcos duas vezes e chegou a deixar o Nexus da MAD exposto antes de perder. No fim do ano, brTT anunciou uma pausa. Em seguida saíram Luci, Robo e Tinowns, e a paiN perdeu, de uma vez, os quatro jogadores mais experientes.
Cinco vices e a rivalidade com a LOUD (2022-2024)
O time reconstruído chegou às duas finais de 2022 e perdeu as duas: 3 a 2 para a RED no primeiro split e 3 a 0 para a LOUD no segundo, no Ibirapuera, a primeira final presencial depois da pandemia, com sinalizadores, bateria e torcedores vindos de Santa Catarina, do Paraná e de todo o país. Fora do time principal, a paiN venceu o CBLOL Academy e a primeira Ignis Cup, o campeonato inclusivo da Riot. Com isso, tornou-se a primeira organização a vencer todas as competições nacionais da Riot no Brasil.
Em 2023, a LOUD venceu mais duas finais contra a paiN, por 3 a 0 e 3 a 1. Em 2024, mesmo com TitaN no bot e o suporte coreano Kuri, contratado a pedido dele, a paiN perdeu a quinta final seguida, de novo para a LOUD, por 3 a 2. A rivalidade virou a maior da história do CBLOL. Dirigentes de times rivais contam que prometiam churrasco se o elenco ganhasse da paiN. A organização, porém, manteve a base e a fé no grupo, algo raro depois de tantas derrotas.
A redenção de 2024 e o Mundial
Resposta rápida: a paiN Gaming foi ao Mundial de LoL duas vezes, em 2015 e em 2024. Em 2024, foi o primeiro time brasileiro a passar do Play-In.
No segundo split de 2024, a paiN finalmente quebrou a escrita: venceu a LOUD por 3 a 0 nas quartas e a mandou para a chave inferior, onde ela acabou eliminada. Na final, no Mineirinho, em Belo Horizonte, diante de 11 mil pessoas, bateu a Vivo Keyd Stars por 3 a 1 e conquistou o quarto título. Naquele momento, era para ser a última edição do CBLOL após doze anos. Quem estava desde o começo do ciclo resumiu a sensação: o título era uma dívida com a torcida, e com eles mesmos.

No Mundial de 2024, na Europa, a paiN passou pelo play-in. Venceu a Vikings Esports e, no jogo decisivo, bateu a Movistar R7, campeã da liga latino-americana, para garantir a vaga em 29 de setembro. Foi a primeira vez em quase oito anos, desde o fim do International Wildcard Qualifier, que um time brasileiro chegou ao evento principal. Na fase suíça, o grupo da paiN foi pesado: G2, T1 de Faker e Team Liquid. Foram três derrotas, e a campanha terminou em 15º ou 16º lugar. Segundo o Esports Charts, o Mundial de 2024 é o torneio de maior pico de audiência que a paiN já disputou no LoL, com 2,35 milhões de espectadores simultâneos.
LTA Sul (2025) e o CBLOL 2026
Em 2025, com o CBLOL fundido à liga latino-americana, a paiN sofreu com o formato novo, mas seguiu batendo na trave: vice no Split 2 da LTA Sul para a FURIA e terceiro lugar no Split 3. Em setembro de 2025, a Riot anunciou o fim da LTA Sul e a volta do CBLOL. Para 2026, a organização passou por uma reformulação profunda fora do servidor, incluindo a saída do CEO Thomas Hamence e o desligamento do AD carry TitaN em março, após a abertura de uma investigação policial envolvendo o jogador.
Os números de 2025 são melhores do que o formato novo fez parecer. Com Wizer, CarioK, Roamer, TitaN e Kuri, a paiN terminou a fase de pontos do Split 2 da LTA Sul em primeiro lugar, perdeu a final dos playoffs por 3 a 0 para a FURIA e, no Split 3, ficou em terceiro. Em setembro, ainda disputou o Campeonato da LTA, onde parou na primeira rodada, com derrota por 3 a 0 para a 100 Thieves.
O elenco e a comissão técnica da paiN Gaming em 2026
Resposta rápida: em 2026, a paiN Gaming joga o CBLOL com Boal no top, CarioK na jungle, Namiru no mid, Hena no ADC e Ceos no suporte, com Von como head coach.
O ano de 2026 foi o mais instável da paiN em muito tempo, e o elenco mudou várias vezes. Na Copa CBLOL, em fevereiro, o time terminou em sétimo lugar. No Split 1, com Robo, Samkz, CarioK, Keine, Trigger e Kuri no elenco, venceu uma série e perdeu seis, ficou em sétimo e não foi aos playoffs.
Para o Split 2, a diretoria remontou o time. Boal chegou ao top em abril, Hena (sul-coreano, no ADC) e Ceos (suporte) foram anunciados em julho e Namiru, que vinha da equipe Academy, assumiu o mid em 28 de agosto, com Keine passando para a reserva. O nome mais antigo do grupo é CarioK, na jungle desde maio de 2020, campeão em 2021 e em 2024.
- Top: Boal, contratado em abril de 2026.
- Jungle: CarioK, na organização desde maio de 2020.
- Mid: Namiru, promovido da Academy em agosto de 2026.
- ADC: Hena, sul-coreano, chegou em julho de 2026.
- Suporte: Ceos, chegou em julho de 2026.
- Comissão técnica: Von (Gabriel Barbosa) é o head coach desde 12 de agosto, quando o sul-coreano Xero deixou o time. Sarkis segue como assistente.
O Split 2 de 2026
A fase de pontos do Split 2 terminou com duas vitórias e cinco derrotas, em sexto lugar. Nos playoffs, a paiN eliminou a Vivo Keyd Stars por 3 a 1 em 5 de setembro, perdeu por 3 a 1 para a LOUD em 13 de setembro (a série de maior audiência do split até então, com pico de 192 mil espectadores) e caiu para a chave inferior. Foi eliminada pela RED Canids, também por 3 a 1, em 20 de setembro, e fechou o split em quinto lugar.
A torcida da paiN Gaming: a T1 do Brasil
Se existe uma comparação que o cenário repete, é esta: a paiN está para o Brasil como a T1 está para a Coreia. Foi a primeira organização de esports do mundo a ter um programa de sócio-torcedor, que chegou a ter mais adesão do que clubes do Campeonato Brasileiro de futebol, e tem mais curtidas nas redes do que muitos times de futebol. As imagens da torcida recebendo o time nas finais viraram um cartão-postal do esport brasileiro. Como resume um depoimento do documentário da organização, a paiN era o único time que tinha torcida até perdendo.
Todas as finais de CBLOL da paiN Gaming
Resposta rápida: a paiN Gaming tem 4 títulos de CBLOL (2013, Split 2 de 2015, Split 1 de 2021 e Split 2 de 2024) e 12 finais disputadas, recorde da liga.
| Ano | Adversário | Resultado |
|---|---|---|
| 2013 | CNB | Campeã, 3 a 1 |
| 2014 | Keyd Stars | Vice, 2 a 3 |
| 2015 (Split 2) | INTZ | Campeã, 3 a 0 |
| 2017 (Split 2) | Team oNe | Vice |
| 2020 (Split 2) | INTZ | Vice, 1 a 3 |
| 2021 (Split 1) | Vorax | Campeã, 3 a 1 |
| 2022 (Split 1) | RED Canids | Vice, 2 a 3 |
| 2022 (Split 2) | LOUD | Vice, 0 a 3 |
| 2023 (Split 1) | LOUD | Vice, 0 a 3 |
| 2023 (Split 2) | LOUD | Vice, 1 a 3 |
| 2024 (Split 1) | LOUD | Vice, 2 a 3 |
| 2024 (Split 2) | Vivo Keyd Stars | Campeã, 3 a 1 |
A paiN Gaming disputou 12 finais de CBLOL, mais do que qualquer outro time, e venceu 4. Os resultados acima são da Liquipedia e da Leaguepedia.

Outros títulos da paiN Gaming no LoL
- International Wildcard do Chile (2015): campanha invicta e vaga no Mundial.
- Circuito Desafiante (2019): título sobre a Team One e volta ao CBLOL.
- CBLOL Academy (Split 2 de 2022 e Split 1 de 2024): os títulos da divisão de base, além do Americas Challengers de 2024.
- Ignis Cup (2022, 2023 e 2024): o campeonato inclusivo da Riot, vencido três vezes.
- BGL Arena (2013), além de torneios presenciais como a X5 Mega Arena e o Razer Challenge em 2014.
- Superliga ABCDE (2019): vitória por 3 a 2 sobre a Prodigy.
Quantos jogadores já passaram pela paiN Gaming?
Ao todo, 55 jogadores diferentes já defenderam a paiN Gaming no League of Legends desde 2012. A lista é um recorte da própria história do CBLOL:
- Os fundadores da mística: Kami, brTT, SirT, MiT, Tittu e Venon, a base dos primeiros anos.
- Os campeões de Allianz (2015): Mylon, SirT, Kami, brTT e Dioud.
- Os coreanos de 2014: Lactea e Olleh, que depois brilhou na LCS norte-americana.
- Os campeões de 2021: Robo, CarioK, Tinowns, brTT e Luci.
- Os campeões de 2024: Wizer, CarioK, dyNquedo, TitaN e Kuri.
- Outros nomes de peso: Takeshi, Loop, Minerva, Matsukaze, esA, Rakin (hoje um dos maiores criadores de conteúdo do LoL BR), SeongHwan e Ceos.
A paiN Gaming além do LoL
O League of Legends é a vitrine, mas a paiN sempre foi uma organização multigames. Segundo o Esports Earnings, ela já somou cerca de US$ 2,77 milhões em premiações, em 245 torneios. O LoL principal responde por apenas 14% desse total. Pesam mais o Counter-Strike (44%) e o Dota 2 (27%). Veja o que cada modalidade deixou e o que segue ativo em outubro de 2026.
Dota e Dota 2: onde tudo começou
A paiN nasceu em março de 2010 no Dota, e o time de Dota 2 foi o mais vitorioso do Brasil. Venceu as três edições da Brasil Game Cup entre 2014 e 2016, a X5 Mega Arena de 2014 e 2015 e a primeira etapa da Xtreme League de 2015. Em 2016, a divisão foi encerrada depois de um desentendimento entre a diretoria e os jogadores.
O Dota 2 voltou em novembro de 2017 com um novo elenco, que foi vice-campeão do WESG 2017 (prêmio de US$ 300 mil), terminou em terceiro ou quarto lugar no ESL One Birmingham 2018 e disputou o The International de 2018, o maior torneio da modalidade, onde parou na fase de grupos. A mídia da época registrou a paiN como o primeiro time brasileiro a jogar um The International. A divisão foi desfeita em abril de 2020. Em 2026 houve um retorno curto, com um elenco montado em fevereiro, campeão da CCT Season 2 Series 8 em março e dispensado em 12 de abril.
Counter-Strike: a divisão mais ativa fora do LoL
A paiN criou o time de Counter-Strike em maio de 2011 e abriu a divisão de CS:GO em dezembro de 2012. A fase atual começou em fevereiro de 2019, com o capitão e in-game leader biguzera, que renovou contrato por vários anos em junho de 2025. Em 2020, o time se mudou para a América do Norte para jogar os circuitos de lá e, a partir de 2023, voltou a disputar os circuitos sul-americanos.
O currículo no CS é grande. Em 2022, a paiN venceu o BLAST Premier Spring American Showdown (2 a 0 na FURIA) e o ESL Challenger de Melbourne (2 a 1 na Imperial, prêmio de US$ 50 mil). Dois anos depois, em 2024, levou o Global Esports Tour Rio de Janeiro, com 2 a 1 na Imperial e US$ 100 mil. Já em abril de 2026, venceu o Circuit X Mayhem São Paulo por 3 a 1 contra a Gaimin.
O auge veio no BLAST.tv Austin Major 2025. A paiN chegou à semifinal e perdeu por 2 a 0 para a The MongolZ (13 a 5 em Mirage e 13 a 5 em Anubis), com prêmio de US$ 80 mil. O HLTV chamou o time de “azarão sul-americano”. A paiN disputou seis Majors seguidos: Paris (2023), Copenhague e Xangai (2024), Austin e Budapeste (2025) e Colônia (2026).
Em setembro de 2026, depois de uma reestruturação, o elenco tinha biguzera, snow, saffee, Rkzinho e Tatu (promovido da equipe Academy), com rikz como coach e betinho como coach estratégico.
Free Fire: encerrado em janeiro de 2026
A paiN montou o time de Free Fire em agosto de 2019. Foi quarto lugar na Free Fire Continental Series de 2020 (Américas), e, em 2022, venceu a Série B da LBFF para voltar à elite. A melhor fase foi a de 2024 a 2025: vice-campeão do Free Fire World Series Brasil 2024, sexto lugar na final global de 2024 (US$ 50 mil) e oitavo lugar na Esports World Cup 2025. Em janeiro de 2026, o elenco inteiro deixou a organização, e a Liquipedia marca a divisão como encerrada em 21 de janeiro.
Valorant, Clash Royale, Rainbow Six e outros
- Valorant (2020 a 2021): o time durou de junho de 2020 a maio de 2021. Foi vice-campeão do First Strike Brasil (dezembro de 2020) e terminou em terceiro ou quarto lugar no Masters do VCT Brasil 2021. Foi desfeito em 17 de maio de 2021.
- Clash Royale (2018 a 2021): a paiN foi um dos times da Clash Royale League e chegou ao quarto lugar da final mundial de 2020. Saiu do cenário em janeiro de 2021.
- Rainbow Six (até 2019): time ativo desde 2015, vice-campeão do OGA PIT Season 1 da América Latina em 2018 e desfeito em julho de 2019.
- Outros jogos: Smite, Hearthstone, Overwatch, CrossFire, Arena of Valor, Call of Duty, Vainglory e PUBG também já tiveram a camisa da paiN, quase todos em fases curtas.
As equipes de base, o feminino e a Kings League
No LoL, a paiN mantém uma equipe Academy, que ganhou o CBLOL Academy em 2022 (Split 2) e 2024 (Split 1), além do torneio Americas Challengers de 2024. A equipe inclusiva e feminina venceu a Ignis Cup três vezes (2022, 2023 e 2024) e a Zide Fem de 2023. Segundo a Wikipédia, esse time foi desfeito em 2024.
Em dezembro de 2025, a paiN firmou parceria com o Desimpedidos Esporte Clube para entrar na Kings League, a liga de futebol de sete criada por Gerard Piqué. O time, rebatizado de DesimpaiN em março de 2026, foi campeão do Split 2 da Kings League Brazil em maio, vencendo a G3X na final, disputada na Trident Arena, em Guarulhos.
Em resumo, em outubro de 2026 seguem ativos o LoL (principal e Academy), o CS2 e a parceria da Kings League. Free Fire, Valorant, Clash Royale e Rainbow Six estão encerrados, e o Dota 2 teve só um retorno breve neste ano.
Quem está por trás da paiN Gaming
O fundador e a gestão
A paiN pertence a Arthur “PAADA” Zarzur, ex-jogador profissional de Dota que a fundou em março de 2010 e segue como dono. Algumas fontes registram o sobrenome como Curiati. PAADA aparece no dia a dia da organização: em 2017 assumiu a comissão técnica do LoL durante um split e, em 2019, foi pedir desculpas pessoalmente ao brTT para trazê-lo de volta.
Entre 2018 e 12 de março de 2026, o CEO foi Thomas Hamence. Foi na gestão dele que a paiN fechou os patrocínios de marcas de fora do meio gamer (BMW, Coca-Cola, Subway, JBL e Melitta), inaugurou a sede de São Paulo e entrou na Kings League. A saída veio no meio da maior crise de imagem da história da organização. Em janeiro de 2026, a paiN suspendeu por tempo indeterminado o ADC TitaN depois de acusações públicas contra ele.
Em março, ele foi desligado quando a Polícia Civil de São Paulo recebeu denúncias formais, e reportagens passaram a questionar como a diretoria havia tratado o caso. A Tradicionais, uma das principais torcidas organizadas, anunciou o rompimento com a organização, e a paiN divulgou uma nota em que reconhece o erro de ter tratado a organização apenas como um negócio. Hamence deixou o cargo por acordo mútuo com o conselho. As fontes consultadas não citam um sucessor, e PAADA segue no comando.
Sede, gaming house e estrutura
A paiN teve a primeira gaming house da América Latina, em 2013. Em 16 de novembro de 2022, inaugurou a sede da Vila Leopoldina, em São Paulo, que chama de maior complexo de esports da região. São 1.500 metros quadrados, obras que começaram em 2019 e custaram quase R$ 10 milhões (a previsão inicial era de R$ 4 milhões). O espaço tem cinco salas de treino, quatro salas de stream, consultórios de psicologia e fisioterapia, sala de troféus e uma arquibancada para até 150 torcedores diante de um telão de 3 metros. Cerca de 80 pessoas trabalhavam ali, e o custo mensal, com aluguel, ficava entre R$ 200 mil e R$ 250 mil.
Em agosto de 2026, a paiN anunciou que deixa esse prédio, porque o contrato de locação não foi renovado. O novo escritório será na Vila Ipojuca, com operação prevista para janeiro de 2027 e inauguração oficial até julho de 2027.
A marca: cores, apelido e torcida
As cores da paiN são o preto e o vermelho. O apelido do time é “Tradicionais”, que também dá nome a uma das principais torcidas organizadas. O site oficial resume a identidade em três frases: “Ninguém torce como a gente”, “Born gamer, forever gamer” e “Be hungry, be humble, be honest”. Em 2016, a campanha do primeiro programa de sócio-torcedor dos esports do mundo se chamava #MelhorTorcidaDoMundo, e o plano básico era gratuito. Nenhuma das fontes consultadas cita um mascote oficial.
Patrocinadores e modelo de negócio
O site oficial lista como patrocinadores a GamersBrawl, a Dorflex, a Melitta, a JBL e a Corsair. A Leaguepedia acrescenta Lupo, Subway, ExitLag e Duracell. Em 2019, a paiN foi a primeira equipe de esports patrocinada pela Coca-Cola e fechou um contrato com a BMW.
Os valores dos contratos não são públicos, mas as fontes mostram de onde vem o dinheiro:
- Patrocínios: marcas de dentro e de fora do meio gamer. Em novembro de 2022, a paiN contratou a Sportfive como representante exclusiva de vendas.
- Loja e uniformes: a loja “Sou paiN” vende o uniforme oficial de 2026 por R$ 219,99.
- Sócio-torcedor: lançado em setembro de 2016, na Brasil Game Show, com plano gratuito e plano pago a R$ 9,99 por mês. Foi o primeiro de um clube de esports no mundo.
- Conteúdo: streamers e criadores de conteúdo dentro do elenco, como Kami e dyNquedo, ex-jogadores que hoje transmitem pela organização.
- Negócios novos: a Kings League funciona como uma unidade de negócio própria, com estrutura de investidores independente.
- Premiações: em 2019, a imprensa calculava que as conquistas já tinham rendido quase US$ 950 mil em prêmios.
Números da paiN Gaming
- 2010: ano de fundação (março), com 16 anos de história em 2026.
- 4 títulos de CBLOL (2013, Split 2 de 2015, Split 1 de 2021 e Split 2 de 2024). O ranking de títulos é INTZ e LOUD com cinco cada, e paiN e KaBuM! com quatro.
- 12 finais de CBLOL, mais do que qualquer outro time (a INTZ tem sete). Foram quatro títulos e oito vices.
- 5 vices em sequência, de 2022 a 2024, contra RED Canids e LOUD.
- 2 Mundiais de LoL (2015 e 2024). Em 2015, a paiN foi a primeira equipe de uma região wildcard a vencer mais de um jogo num Mundial.
Público e audiência da paiN Gaming
- 12 mil ingressos vendidos para a final de 2015 no Allianz Parque.
- 11.200 pessoas no Mineirinho na final de 2024, com pico de 327 mil espectadores simultâneos online.
- 459.846 espectadores simultâneos na final do Split 1 de 2024, LOUD 3 x 2 paiN, o recorde do CBLOL até hoje. A final da Copa CBLOL de 2026 chegou a 443 mil, o segundo maior pico.
- 2,35 milhões de pico de audiência no Mundial de 2024, o maior da história da paiN no LoL.
- 192.826 espectadores no paiN x LOUD dos playoffs do Split 2 de 2026, a maior audiência do split até a metade de setembro.
- Melhor organização de esports no Prêmio Esports Brasil 2024.
- 6 Majors seguidos de CS (2023 a 2026) e uma semifinal em Austin, em 2025.
- 3 vitórias na Brasil Game Cup de Dota 2 (2014, 2015 e 2016) e uma participação no The International de 2018.
- US$ 2,77 milhões em premiações em 245 torneios, segundo o Esports Earnings (consulta de 09/10/2026).
- 1.500 m², cerca de R$ 10 milhões, 150 lugares na arquibancada: a sede de 2022.
- 12 milhões de seguidores nas redes, número divulgado pela Sportfive em novembro de 2022.
- 3 títulos da Ignis Cup (2022, 2023 e 2024) e 2 do CBLOL Academy (2022 e 2024).
- 55 jogadores de LoL já defenderam a camisa.
Perguntas frequentes sobre a paiN Gaming
Quatro: 2013, Split 2 de 2015, Split 1 de 2021 e Split 2 de 2024. Chegou a doze finais, mais do que qualquer outro time. Em número de títulos, está atrás de INTZ e LOUD, que têm cinco cada, e empatada com a KaBuM!.
Arthur “PAADA” Zarzur, ex-jogador profissional de Dota, em março de 2010. O time de League of Legends foi criado em dezembro de 2011.
Duas vezes. Em 2015, venceu Flash Wolves e CLG na melhor campanha brasileira da época. Em 2024, passou pelo play-in e caiu na fase suíça com três derrotas, para G2, T1 e Team Liquid.
Sim, uma vez, em março de 2018. Passou cerca de um ano no Circuito Desafiante e voltou ao CBLOL em 2019, depois de vencer a Team One na final.
O elenco que encerrou o Split 2 de 2026 tinha Boal no top, CarioK na jungle, Namiru no mid, Hena no ADC e Ceos no suporte. O head coach é Von, que assumiu em 12 de agosto, quando Xero saiu, e o assistente é Sarkis.
Kami e brTT dividem o posto. Kami defendeu a paiN de 2011 a 2017. brTT tem a assinatura nos três primeiros títulos da paiN. A trajetória completa está na nossa história do brTT.
Mais perguntas sobre a paiN Gaming
Em outubro de 2026, a paiN tem times de League of Legends (principal e Academy) e de Counter-Strike 2, além da parceria na Kings League, com o time DesimpaiN. O Free Fire foi encerrado em janeiro de 2026, e Valorant, Clash Royale e Rainbow Six já tinham acabado.
Em São Paulo, na Vila Leopoldina, num complexo de 1.500 metros quadrados inaugurado em 2022. A organização já anunciou a mudança para a Vila Ipojuca, também na capital paulista, com operação prevista para janeiro de 2027.
O dono e fundador é Arthur “PAADA” Zarzur. Thomas Hamence foi CEO de 2018 até 12 de março de 2026, quando renunciou. As fontes consultadas não registram um sucessor.
Sim, e é um dos principais do Brasil. A paiN esteve em seis Majors seguidos e chegou à semifinal do BLAST.tv Austin Major 2025. O capitão é biguzera, e o técnico é rikz.
Preto e vermelho. O apelido é “Tradicionais”.
Veja também a história do Faker, adversário da paiN no Mundial de 2024, e os setups dos pro players no BoaCall.
Para ver quais campeões estão fortes hoje na fila ranqueada, confira o meta do LoL do patch atual, com os melhores picks de cada lane.
Tier list do patch atual
A tier list da semana, lida direto das ranqueadas, e o SubindoElo para montar a sua pool.


