BrTT: a história do Rei do Draven, seis vezes campeão brasileiro
brTT: a carreira de Felipe Gonçalves, com 6 títulos por 4 times, o Worlds 2015, os traços tatuados no rosto e a aposentadoria em 2025.

Neste guia 17 seções
- Quem é brTT
- brTT: da lan house da Vila da Penha ao Dota
- 2012: tirado do time, campeão contra a paiN e de volta
- As lives que criaram o personagem brTT
- O primeiro título brasileiro e o Twitch de 2013
- Keyd, o avô e o "Never Give Up" (2014)
- A volta, o discurso e o Allianz Parque (2015)
- O fundo do poço de brTT e a RED Canids (2016-2017)
- Flamengo: da segunda divisão ao título (2018-2019)
- A volta para casa e o sexto traço (2020-2021)
- O retorno pela LOS e a despedida definitiva (2023-2025)
- brTT em números
- O homem dos primeiros títulos
- Os títulos de brTT
- brTT em torneios internacionais
- Curiosidades sobre o brTT
- Perguntas frequentes sobre o brTT
História do brTT atualizada em 19/10/2026.
Seis traços tatuados ao lado do olho direito, um para cada título nacional. Poucas imagens resumem uma carreira como a de Felipe Gonçalves, o brTT: seis vezes campeão brasileiro de League of Legends, por quatro organizações diferentes, em doze anos de carreira. A história dele se confunde com a do próprio CBLOL. Este é o retrato completo do Rei do Draven, o maior ídolo popular que o LoL brasileiro já teve, com os números, as brigas, os discursos e as voltas por cima.
Quem é brTT
Resposta rápida: brTT é Felipe Gonçalves, atirador carioca de League of Legends, seis vezes campeão brasileiro (2013, 2014, 2015, 2017, 2019 e 2021) por paiN Gaming, Keyd Stars, RED Canids e Flamengo. Ficou famoso como o Rei do Draven e se aposentou de vez em 2025.
Felipe Gonçalves nasceu em 19 de fevereiro de 1991, no Rio de Janeiro, e tem 35 anos. O nick é uma abreviação de “barata”. Atirador de ofício e showman por natureza, construiu a fama em cima de um campeão: o Draven, machadinha por machadinha, numa época em que dominar o personagem mais arriscado do bot era assinatura de coragem. A comunidade o coroou Rei do Draven, e o apelido atravessou o mundo. Mas reduzir brTT ao Draven é injusto: ele foi campeão em três eras diferentes do cenário, com times e metas completamente distintos.

Um dos depoimentos do documentário da paiN resume bem o personagem: “brTT talvez não fosse o jogador que mais entendia de LoL na história do Brasil, mas provavelmente foi o que mais colocou coração e alma no jogo“. Era isso que fazia todo mundo querer jogar em volta dele.
brTT: da lan house da Vila da Penha ao Dota
A história começa nas lan houses da Vila da Penha, no Rio, onde o menino Felipe ia atrás do irmão mais velho, Leandro. Ainda criança, já se destacava no meio de jogadores mais velhos, com o estilo provocador que viraria marca registrada. O primeiro jogo que levou a sério foi o Warcraft. Depois, passou a competir em Counter-Strike e Dota, os dois ao mesmo tempo, até ficar só no Dota, inclusive pelo time da paiN.
Filho de pais separados, morava com a mãe e o irmão, mas era na casa do avô que se sentia realizado. O avô não entendia nada de videogame e mesmo assim foi o maior incentivador da carreira: deu a ele um computador de ponta, que brTT usou para fazer as primeiras transmissões e construir a base de fãs.
A troca do Dota pelo LoL veio entre o fim de 2011 e o começo de 2012, principalmente por falta de perspectiva financeira: o Dota pagava bem nos Mundiais, mas era quase impossível para um brasileiro chegar lá. O convite partiu de MiT, capitão da paiN. brTT resistiu no começo, mas percebeu rápido que o LoL era uma oportunidade real, e em poucos meses já era atirador de torneio.
2012: tirado do time, campeão contra a paiN e de volta
O primeiro torneio presencial seria o IEM São Paulo, em fevereiro de 2012, pela paiN. Só que a paiN mudou de ideia e colocou outro jogador, manaJJ, no lugar dele. brTT não aceitou ficar de fora: montou um time improvisado com amigos que conhecia do jogo, batizou de Noob da Net e se classificou para o torneio na última das quatro vagas. O primeiro adversário foi justamente a paiN, que tinha se classificado em primeiro. O Noob da Net venceu, eliminou o time que tinha tirado brTT e ainda ganhou a final. Foi o primeiro título dele no LoL.
Pouco depois, manaJJ foi para outra equipe e brTT voltou para a paiN, agora como titular, ao lado de Kami, SirT, Tittu e MiT. Em julho de 2012, a Riot inaugurou o servidor brasileiro, e o primeiro Campeonato Brasileiro foi disputado na Brasil Game Show, com oito times. A paiN venceu a Veredictos por 2 a 0 nas quartas, caiu na semifinal para a vTi Nox e terminou em terceiro. Ainda no palco, com os olhos cheios de lágrimas, brTT disse que aquilo não era só diversão, que aquilo era uma família. Anos depois, a frase viraria o discurso mais famoso do LoL brasileiro.

As lives que criaram o personagem brTT
Entre o fim de 2012 e o começo de 2013, as transmissões de brTT viraram fenômeno e deram ao cenário alguns dos bordões mais repetidos até hoje. O “respeita” virou marca de roupas que ele criou com o irmão. O “respeita o rato”, sobre o Twitch, ficou tão famoso que a comunidade garante que chegou às falas do campeão. E o “que que houve?” virou resposta padrão para qualquer jogada sem explicação. Era também nas lives que ele mostrava as tatuagens, como a da Kayle nas costas.
O primeiro título brasileiro e o Twitch de 2013
Em 2013, com Venon no topo, SirT na selva, Kami no meio e Espeon no suporte, a paiN foi morar na primeira gaming house do Brasil. O Campeonato Brasileiro foi disputado num único fim de semana, com oito times em dois grupos. A paiN passou em segundo no grupo e, na semifinal, atropelou a RMA por 2 a 0. Foi nessa série que brTT fez aquele que muitos consideram o melhor jogo da carreira: um Twitch com 15 abates e apenas uma morte, com direito a quadrakill.
Na final, a paiN venceu a CNB por 3 a 1 e conquistou o primeiro título nacional da história. O troféu valia vaga no classificatório internacional para o Mundial, onde brTT fez o primeiro pentakill em torneio, de Caitlyn, contra a turca Dark Passage. A paiN chegou à final, mas perdeu para a lituana GamingGear e ficou fora do Mundial.
Foi nessa época que nasceu outra marca registrada dele: o textão no Facebook. Em todo momento importante da carreira, título, derrota ou polêmica, brTT publicava um texto longo. E eles foram ficando cada vez maiores.
Keyd, o avô e o “Never Give Up” (2014)
Em fevereiro de 2014, brTT trocou a paiN pela Keyd Stars, que tinha contratado os coreanos SuNo e Winged. O time ganhou quase tudo naquele primeiro semestre, incluindo a Série dos Campeões, justamente sobre a paiN, numa final de cinco jogos decidida por 3 a 2. Nascia ali uma piada que o cenário repete até hoje: brTT sai da paiN, mas a paiN nunca deixa ele ir longe. Até hoje, aquele é o único título de CBLOL da história da Keyd. Na entrevista depois da final, ele dedicou o título ao avô, que enfrentava problemas de saúde: disse ter certeza de que ele estava torcendo e que ia melhorar.
O objetivo real, porém, era o Mundial, e ele não veio. Na final regional, a Keyd caiu para a KaBuM na semifinal, uma derrota que brTT diz até hoje não conseguir explicar: tinha certeza de que o time dele era melhor. SuNo e Winged foram embora, e aquela Keyd se desfez.
O pior ainda estava por vir. O avô lutava contra um câncer e morreu em 11 de dezembro de 2014, dois dias antes da viagem que brTT faria ao Rio para visitá-lo. No texto de despedida, agradeceu ao primeiro homem que acreditou no sonho dele. Anos depois, contou que o maior sacrifício da carreira foi ter ficado longe do avô, que continuou trabalhando mesmo doente para dar o melhor aos netos, e que foi por ele que tatuou “Never Give Up” na mão.
A volta, o discurso e o Allianz Parque (2015)
Em 2015, a paiN foi buscar brTT de volta, e a live de retorno foi um sucesso. Ele conta que tinha propostas do exterior, mas escolheu ficar, e que a torcida e a organização pesaram na decisão. O vídeo de retorno era todo sobre um tema: fogo nos olhos e o Mundial como objetivo, não só o título brasileiro. Os companheiros descrevem o papel dele naquele time: sabia chamar as jogadas, manter todo mundo nos trilhos e levantar o grupo na hora certa.
O primeiro split terminou com um 3 a 0 da INTZ na semifinal, mas deixou pelo caminho a famosa Kalista do brTT, menosprezada pelos adversários da Dexterity antes de uma partida em que ele destruiu. No segundo split, com Mylon no lugar de Leko, a paiN terminou a fase de pontos em terceiro. Na semifinal contra a Keyd, o time percebeu no draft que o adversário sabia de antemão os campeões que ela tinha treinado. brTT se levantou e aplaudiu o outro time, numa cena que virou meme. A paiN venceu por 3 a 0 mesmo assim. Na final, no Allianz Parque, diante de 12 mil pessoas e com a INTZ como favorita absoluta, veio o discurso:
Isso aqui não é um time. É uma família. Se você vê que alguém está em perigo, vai deixar seu irmão morrer? A gente não vai deixar você morrer.
brTT, antes da final do CBLOL 2015
O título no Allianz Parque e o Worlds 2015
A paiN venceu por 3 a 0. brTT surpreendeu com uma Vayne e morreu só três vezes na série inteira, com KDA de 11,3. Depois, veio o título do classificatório internacional no Chile, com 3 a 0 sobre a Kaos Latin Gamers na final, e a vaga no Mundial de 2015, onde a paiN se tornou o primeiro time brasileiro a vencer jogos na fase de grupos. Doublelift, atirador da CLG, tinha dito que queria atropelar a paiN. A paiN venceu a Flash Wolves e, no segundo turno, a própria CLG.
brTT >> Doublelift
O fundo do poço de brTT e a RED Canids (2016-2017)
O ano seguinte foi o pior da carreira. No primeiro split de 2016, a paiN precisou disputar a série contra o rebaixamento, diante da Overload, e se salvou com um 3 a 0. Logo depois, com o time desmontado e cheio de conflitos, brTT foi para a reserva, não jogou o segundo split e acabou deixando a paiN. Ele disse depois que esperava mais respeito e consideração na forma como foi informado, e mais chances de mudar, e chamou aquele momento de fundo do poço. O fundador da paiN, PAADA, admite hoje que a organização errou com ele.
A resposta veio em campo. No fim de 2016, brTT aceitou liderar a recém-criada RED Canids, com Robo no topo, e ganhou na primeira tentativa: título do Split 1 de 2017 com um 3 a 0 sobre a Keyd Stars, o primeiro troféu da história da RED. O título levou a RED ao MSI 2017, a primeira participação de um time brasileiro no torneio, encerrada ainda na fase de entrada. No fim daquele ano, brTT levou os prêmios de melhor atirador e MVP da torcida.
Flamengo: da segunda divisão ao título (2018-2019)
Em 2018, brTT fez a aposta mais ousada da carreira: foi para o Flamengo, que ainda estava na segunda divisão, o Circuito Desafiante. O time chegou à final e perdeu por 3 a 1 para a IDM, mas ainda tinha a série de acesso contra a Team One. Com a série empatada em 2 a 2, o último jogo durou quase 54 minutos, e o Flamengo venceu e subiu para o CBLOL. No primeiro split na elite, o segundo de 2018, o rubro-negro foi direto à final e perdeu para a KaBuM de TitaN em cinco jogos.
No fim daquele ano, no All-Star, brTT e Yoda enfrentaram Faker e o atirador chinês Captain Jack num dois contra dois: vencia quem fizesse 100 abates de tropa ou dois abates primeiro. O Brasil estava a três tropas da vitória quando Faker e Captain Jack viraram o jogo. A história completa do Faker está no nosso perfil do Rei Demônio Imortal.
Com a camisa rubro-negra, brTT virou fenômeno de audiência. Em 2019, perdeu a final do Split 1 para a INTZ por 3 a 2, a segunda final perdida seguida. No Split 2, a final foi de novo contra a INTZ, e de novo chegou a 2 a 2, mas desta vez o Flamengo venceu, com vaga no Mundial de 2019. Naquele split, brTT levou os prêmios de melhor atirador, jogada do campeonato e MVP da torcida. Era o quinto título nacional, pelo terceiro time diferente, e até hoje o único título de CBLOL do Flamengo. Ao lado dele no bot estava Luci, parceria que voltaria a dar frutos.

A volta para casa e o sexto traço (2020-2021)
Em dezembro de 2019, brTT anunciou o retorno à paiN. No anúncio, disse que tinha refletido sobre o futuro e queria encontrar paz olhando para o passado. Havia uma condição, porém: ele pediu que PAADA fosse pessoalmente pedir desculpas pela forma como tinha saído em 2016. PAADA foi, e brTT diz que a comunicação e a transparência foram justamente o que mais mudou na organização a partir dali.
Depois de perder a final do Split 2 de 2020 para a INTZ, veio o reencontro com Luci em 2021, numa dupla lembrada entre as melhores rotas inferiores da história do CBLOL. Nas quartas de final, perdendo por 2 a 0 para a LOUD, a paiN decidiu voltar ao que sabia fazer, e a call ficou famosa: “dá o Draven pro brTT”. Foram três vitórias seguidas, na primeira varrida reversa da história dos playoffs do CBLOL. Depois vieram o Flamengo, na semifinal em cinco jogos, e a Vorax, por 3 a 1 na final. Era o hexa pessoal, celebrado com a tatuagem do sexto traço no rosto.
O MSI 2021 e a primeira aposentadoria
O título levou a paiN ao MSI 2021, na Islândia, a última competição internacional da carreira dele. Contra a MAD Lions, a paiN chegou a deixar o Nexus adversário exposto, mas a MAD matou brTT na hora decisiva, o time ficou sem dano para fechar e perdeu a partida. No segundo split de 2021, a paiN caiu na semifinal para a Rensga, por 3 a 2.
No CBLOL Awards de 2021, brTT explicou por que ia parar. Sempre tinha sido um jogador emocional, que queria passar essa energia para quem estava assistindo, e a pandemia tinha tirado dele a torcida no ginásio. Disse que sentia ter perdido uma parte de si mesmo e que esperava um dia recuperar o brilho no olhar que tinha ao subir num palco. Anunciou uma pausa, e em novembro de 2021 deixou o competitivo.
O retorno pela LOS e a despedida definitiva (2023-2025)
A pausa durou menos do que parecia. Depois de um período como embaixador da Fluxo, brTT voltou ao servidor em maio de 2024, aos 33 anos, para defender a LOS no segundo split do CBLOL. O time não brilhou, mas a passagem teve um reencontro com a paiN na Arena CBLOL, com público, tratado pela transmissão como um acerto de contas com o passado. Em 16 de janeiro de 2025, ele encerrou a carreira em definitivo, desta vez sem volta, para se dedicar à vida de streamer e criador de conteúdo, onde segue entre os nomes mais fortes do LoL brasileiro.

brTT em números
| Estatística | Número |
|---|---|
| Títulos brasileiros | 6, por 4 organizações |
| Edições de CBLOL disputadas | 17 |
| Abates no CBLOL | 1.429 |
| Abates pela paiN | 816, cerca de 11% de todos os abates da paiN na história do CBLOL |
| Jogos contra a paiN | 18, com 13 vitórias e 5 derrotas (72% de aproveitamento) |
| KDA na final de 2015 | 11,3, com apenas 3 mortes na série |
Os números de abates e de confrontos contra a paiN são os divulgados pela transmissão oficial do CBLOL no reencontro de 2024.
O homem dos primeiros títulos
O dado mais impressionante da carreira de brTT é quantas histórias de título começam com ele:
- paiN Gaming: os três primeiros títulos de CBLOL da organização (2013, 2015 e 2021) tiveram brTT no bot.
- Keyd Stars: o único título da história da Keyd, em 2014, foi com ele.
- RED Canids: o primeiro troféu da RED, em 2017, chegou junto com ele.
- Flamengo: o único título de CBLOL do Flamengo, em 2019, também tem a assinatura dele.
Os títulos de brTT
Resposta rápida: brTT tem 6 títulos brasileiros de LoL: 3 pela paiN Gaming (2013, 2015 e 2021), 1 pela Keyd Stars (2014), 1 pela RED Canids (2017) e 1 pelo Flamengo (2019).
| Título | Ano | Time |
|---|---|---|
| IEM São Paulo (seu primeiro título no LoL) | 2012 | Noob da Net |
| Campeonato Brasileiro | 2013 | paiN Gaming |
| Campeonato Brasileiro | 2014 | Keyd Stars |
| CBLOL Split 2 | 2015 | paiN Gaming |
| International Wildcard do Chile | 2015 | paiN Gaming |
| CBLOL Split 1 | 2017 | RED Canids |
| CBLOL Split 2 | 2019 | Flamengo eSports |
| CBLOL Split 1 | 2021 | paiN Gaming |
Com seis títulos brasileiros, brTT divide com Tinowns o posto de maior campeão da história do campeonato, e é o único da lista com títulos por quatro organizações diferentes.
brTT em torneios internacionais
- Mundial de 2015 (paiN Gaming): fase de grupos, com vitórias sobre Flash Wolves e CLG.
- MSI 2017 (RED Canids): a primeira participação brasileira no torneio, encerrada na fase de entrada, contra times como a Dire Wolves.
- Mundial de 2019 (Flamengo): play-in, com duelos contra a DAMWON, que seria campeã mundial no ano seguinte.
- MSI 2021 (paiN Gaming): fase de grupos na Islândia, com duas vitórias.
Curiosidades sobre o brTT
- O nick brTT é uma abreviação de “barata”.
- O primeiro título dele no LoL veio contra a própria paiN, pelo Noob da Net, time que ele montou depois de ser tirado da equipe.
- Tem três tatuagens com história: os seis traços perto do olho direito, um por título nacional; o “Never Give Up” na mão, pelo avô; e a Kayle nas costas.
- Os bordões “respeita”, “respeita o rato” e “que que houve?” nasceram nas lives dele. O “respeita” virou marca de roupas criada com o irmão.
- A palavra “família”, usada por ele desde 2012, virou praticamente um lema da torcida da paiN.
- O aplauso irônico para a Keyd, na semifinal de 2015, é até hoje um dos memes mais usados do LoL brasileiro.
- Foi eleito MVP da torcida do CBLOL tantas vezes que o prêmio virou quase uma tradição pessoal, incluindo na temporada de despedida em 2021.
- Atravessou praticamente toda a história do campeonato brasileiro em atividade: estreou aos 21 anos, em 2012, e se despediu aos 33, com 17 edições disputadas.
Perguntas frequentes sobre o brTT
Seis títulos nacionais: 2013, 2014, 2015, 2017, 2019 e 2021, conquistados por paiN, Keyd Stars, RED Canids e Flamengo. Antes deles, ganhou o IEM São Paulo de 2012 com o Noob da Net.
É uma abreviação de “barata”.
Não. Ele se aposentou em definitivo em 16 de janeiro de 2025, depois do retorno pela LOS, e hoje atua como streamer e criador de conteúdo.
Ele foi para a reserva num ano de muitos conflitos internos e disse que faltou respeito e transparência na forma como foi comunicado. Quando voltou, em 2020, pediu que o fundador PAADA fosse pessoalmente se desculpar.
Pelo domínio absoluto do campeão nos primeiros anos do competitivo. O Draven virou marca registrada dele no Brasil e no exterior, e voltou a decidir séries até o fim da carreira, como na varrida reversa contra a LOUD em 2021.
O DPI e os periféricos que o brTT usa hoje, informados por ele no chat da Twitch, estão na página config e setup do brTT.
Para mergulhar no contexto dessa carreira, veja a história completa da paiN Gaming, o time da vida dele.
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Tier list do patch atual
A tier list da semana, lida direto das ranqueadas, e o SubindoElo para montar a sua pool.


