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BrTT: a história do Rei do Draven, seis vezes campeão brasileiro

brTT: a carreira de Felipe Gonçalves, com 6 títulos por 4 times, o Worlds 2015, os traços tatuados no rosto e a aposentadoria em 2025.

Patrick Fernandes Por · Curadoria BoaCall · publicado em 30/09/2026 · atualizado em 21/10/2026
Neste guia 17 seções
  1. Quem é brTT
  2. brTT: da lan house da Vila da Penha ao Dota
  3. 2012: tirado do time, campeão contra a paiN e de volta
  4. As lives que criaram o personagem brTT
  5. O primeiro título brasileiro e o Twitch de 2013
  6. Keyd, o avô e o "Never Give Up" (2014)
  7. A volta, o discurso e o Allianz Parque (2015)
  8. O fundo do poço de brTT e a RED Canids (2016-2017)
  9. Flamengo: da segunda divisão ao título (2018-2019)
  10. A volta para casa e o sexto traço (2020-2021)
  11. O retorno pela LOS e a despedida definitiva (2023-2025)
  12. brTT em números
  13. O homem dos primeiros títulos
  14. Os títulos de brTT
  15. brTT em torneios internacionais
  16. Curiosidades sobre o brTT
  17. Perguntas frequentes sobre o brTT

História do brTT atualizada em 19/10/2026.

Seis traços tatuados ao lado do olho direito, um para cada título nacional. Poucas imagens resumem uma carreira como a de Felipe Gonçalves, o brTT: seis vezes campeão brasileiro de League of Legends, por quatro organizações diferentes, em doze anos de carreira. A história dele se confunde com a do próprio CBLOL. Este é o retrato completo do Rei do Draven, o maior ídolo popular que o LoL brasileiro já teve, com os números, as brigas, os discursos e as voltas por cima.

Quem é brTT

Resposta rápida: brTT é Felipe Gonçalves, atirador carioca de League of Legends, seis vezes campeão brasileiro (2013, 2014, 2015, 2017, 2019 e 2021) por paiN Gaming, Keyd Stars, RED Canids e Flamengo. Ficou famoso como o Rei do Draven e se aposentou de vez em 2025.

Felipe Gonçalves nasceu em 19 de fevereiro de 1991, no Rio de Janeiro, e tem 35 anos. O nick é uma abreviação de “barata”. Atirador de ofício e showman por natureza, construiu a fama em cima de um campeão: o Draven, machadinha por machadinha, numa época em que dominar o personagem mais arriscado do bot era assinatura de coragem. A comunidade o coroou Rei do Draven, e o apelido atravessou o mundo. Mas reduzir brTT ao Draven é injusto: ele foi campeão em três eras diferentes do cenário, com times e metas completamente distintos.

Draven, o atirador de League of Legends que deu ao brTT o apelido de Rei do Draven

Um dos depoimentos do documentário da paiN resume bem o personagem: “brTT talvez não fosse o jogador que mais entendia de LoL na história do Brasil, mas provavelmente foi o que mais colocou coração e alma no jogo“. Era isso que fazia todo mundo querer jogar em volta dele.

brTT: da lan house da Vila da Penha ao Dota

A história começa nas lan houses da Vila da Penha, no Rio, onde o menino Felipe ia atrás do irmão mais velho, Leandro. Ainda criança, já se destacava no meio de jogadores mais velhos, com o estilo provocador que viraria marca registrada. O primeiro jogo que levou a sério foi o Warcraft. Depois, passou a competir em Counter-Strike e Dota, os dois ao mesmo tempo, até ficar só no Dota, inclusive pelo time da paiN.

Filho de pais separados, morava com a mãe e o irmão, mas era na casa do avô que se sentia realizado. O avô não entendia nada de videogame e mesmo assim foi o maior incentivador da carreira: deu a ele um computador de ponta, que brTT usou para fazer as primeiras transmissões e construir a base de fãs.

A troca do Dota pelo LoL veio entre o fim de 2011 e o começo de 2012, principalmente por falta de perspectiva financeira: o Dota pagava bem nos Mundiais, mas era quase impossível para um brasileiro chegar lá. O convite partiu de MiT, capitão da paiN. brTT resistiu no começo, mas percebeu rápido que o LoL era uma oportunidade real, e em poucos meses já era atirador de torneio.

2012: tirado do time, campeão contra a paiN e de volta

O primeiro torneio presencial seria o IEM São Paulo, em fevereiro de 2012, pela paiN. Só que a paiN mudou de ideia e colocou outro jogador, manaJJ, no lugar dele. brTT não aceitou ficar de fora: montou um time improvisado com amigos que conhecia do jogo, batizou de Noob da Net e se classificou para o torneio na última das quatro vagas. O primeiro adversário foi justamente a paiN, que tinha se classificado em primeiro. O Noob da Net venceu, eliminou o time que tinha tirado brTT e ainda ganhou a final. Foi o primeiro título dele no LoL.

Pouco depois, manaJJ foi para outra equipe e brTT voltou para a paiN, agora como titular, ao lado de Kami, SirT, Tittu e MiT. Em julho de 2012, a Riot inaugurou o servidor brasileiro, e o primeiro Campeonato Brasileiro foi disputado na Brasil Game Show, com oito times. A paiN venceu a Veredictos por 2 a 0 nas quartas, caiu na semifinal para a vTi Nox e terminou em terceiro. Ainda no palco, com os olhos cheios de lágrimas, brTT disse que aquilo não era só diversão, que aquilo era uma família. Anos depois, a frase viraria o discurso mais famoso do LoL brasileiro.

brTT no Campeonato Brasileiro de LoL disputado na Brasil Game Show

As lives que criaram o personagem brTT

Entre o fim de 2012 e o começo de 2013, as transmissões de brTT viraram fenômeno e deram ao cenário alguns dos bordões mais repetidos até hoje. O “respeita” virou marca de roupas que ele criou com o irmão. O “respeita o rato”, sobre o Twitch, ficou tão famoso que a comunidade garante que chegou às falas do campeão. E o “que que houve?” virou resposta padrão para qualquer jogada sem explicação. Era também nas lives que ele mostrava as tatuagens, como a da Kayle nas costas.

O primeiro título brasileiro e o Twitch de 2013

Em 2013, com Venon no topo, SirT na selva, Kami no meio e Espeon no suporte, a paiN foi morar na primeira gaming house do Brasil. O Campeonato Brasileiro foi disputado num único fim de semana, com oito times em dois grupos. A paiN passou em segundo no grupo e, na semifinal, atropelou a RMA por 2 a 0. Foi nessa série que brTT fez aquele que muitos consideram o melhor jogo da carreira: um Twitch com 15 abates e apenas uma morte, com direito a quadrakill.

Na final, a paiN venceu a CNB por 3 a 1 e conquistou o primeiro título nacional da história. O troféu valia vaga no classificatório internacional para o Mundial, onde brTT fez o primeiro pentakill em torneio, de Caitlyn, contra a turca Dark Passage. A paiN chegou à final, mas perdeu para a lituana GamingGear e ficou fora do Mundial.

Foi nessa época que nasceu outra marca registrada dele: o textão no Facebook. Em todo momento importante da carreira, título, derrota ou polêmica, brTT publicava um texto longo. E eles foram ficando cada vez maiores.

Keyd, o avô e o “Never Give Up” (2014)

Em fevereiro de 2014, brTT trocou a paiN pela Keyd Stars, que tinha contratado os coreanos SuNo e Winged. O time ganhou quase tudo naquele primeiro semestre, incluindo a Série dos Campeões, justamente sobre a paiN, numa final de cinco jogos decidida por 3 a 2. Nascia ali uma piada que o cenário repete até hoje: brTT sai da paiN, mas a paiN nunca deixa ele ir longe. Até hoje, aquele é o único título de CBLOL da história da Keyd. Na entrevista depois da final, ele dedicou o título ao avô, que enfrentava problemas de saúde: disse ter certeza de que ele estava torcendo e que ia melhorar.

O objetivo real, porém, era o Mundial, e ele não veio. Na final regional, a Keyd caiu para a KaBuM na semifinal, uma derrota que brTT diz até hoje não conseguir explicar: tinha certeza de que o time dele era melhor. SuNo e Winged foram embora, e aquela Keyd se desfez.

O pior ainda estava por vir. O avô lutava contra um câncer e morreu em 11 de dezembro de 2014, dois dias antes da viagem que brTT faria ao Rio para visitá-lo. No texto de despedida, agradeceu ao primeiro homem que acreditou no sonho dele. Anos depois, contou que o maior sacrifício da carreira foi ter ficado longe do avô, que continuou trabalhando mesmo doente para dar o melhor aos netos, e que foi por ele que tatuou “Never Give Up” na mão.

A volta, o discurso e o Allianz Parque (2015)

Em 2015, a paiN foi buscar brTT de volta, e a live de retorno foi um sucesso. Ele conta que tinha propostas do exterior, mas escolheu ficar, e que a torcida e a organização pesaram na decisão. O vídeo de retorno era todo sobre um tema: fogo nos olhos e o Mundial como objetivo, não só o título brasileiro. Os companheiros descrevem o papel dele naquele time: sabia chamar as jogadas, manter todo mundo nos trilhos e levantar o grupo na hora certa.

O primeiro split terminou com um 3 a 0 da INTZ na semifinal, mas deixou pelo caminho a famosa Kalista do brTT, menosprezada pelos adversários da Dexterity antes de uma partida em que ele destruiu. No segundo split, com Mylon no lugar de Leko, a paiN terminou a fase de pontos em terceiro. Na semifinal contra a Keyd, o time percebeu no draft que o adversário sabia de antemão os campeões que ela tinha treinado. brTT se levantou e aplaudiu o outro time, numa cena que virou meme. A paiN venceu por 3 a 0 mesmo assim. Na final, no Allianz Parque, diante de 12 mil pessoas e com a INTZ como favorita absoluta, veio o discurso:

Isso aqui não é um time. É uma família. Se você vê que alguém está em perigo, vai deixar seu irmão morrer? A gente não vai deixar você morrer.

brTT, antes da final do CBLOL 2015

O título no Allianz Parque e o Worlds 2015

A paiN venceu por 3 a 0. brTT surpreendeu com uma Vayne e morreu só três vezes na série inteira, com KDA de 11,3. Depois, veio o título do classificatório internacional no Chile, com 3 a 0 sobre a Kaos Latin Gamers na final, e a vaga no Mundial de 2015, onde a paiN se tornou o primeiro time brasileiro a vencer jogos na fase de grupos. Doublelift, atirador da CLG, tinha dito que queria atropelar a paiN. A paiN venceu a Flash Wolves e, no segundo turno, a própria CLG.

brTT >> Doublelift

O fundo do poço de brTT e a RED Canids (2016-2017)

O ano seguinte foi o pior da carreira. No primeiro split de 2016, a paiN precisou disputar a série contra o rebaixamento, diante da Overload, e se salvou com um 3 a 0. Logo depois, com o time desmontado e cheio de conflitos, brTT foi para a reserva, não jogou o segundo split e acabou deixando a paiN. Ele disse depois que esperava mais respeito e consideração na forma como foi informado, e mais chances de mudar, e chamou aquele momento de fundo do poço. O fundador da paiN, PAADA, admite hoje que a organização errou com ele.

A resposta veio em campo. No fim de 2016, brTT aceitou liderar a recém-criada RED Canids, com Robo no topo, e ganhou na primeira tentativa: título do Split 1 de 2017 com um 3 a 0 sobre a Keyd Stars, o primeiro troféu da história da RED. O título levou a RED ao MSI 2017, a primeira participação de um time brasileiro no torneio, encerrada ainda na fase de entrada. No fim daquele ano, brTT levou os prêmios de melhor atirador e MVP da torcida.

Flamengo: da segunda divisão ao título (2018-2019)

Em 2018, brTT fez a aposta mais ousada da carreira: foi para o Flamengo, que ainda estava na segunda divisão, o Circuito Desafiante. O time chegou à final e perdeu por 3 a 1 para a IDM, mas ainda tinha a série de acesso contra a Team One. Com a série empatada em 2 a 2, o último jogo durou quase 54 minutos, e o Flamengo venceu e subiu para o CBLOL. No primeiro split na elite, o segundo de 2018, o rubro-negro foi direto à final e perdeu para a KaBuM de TitaN em cinco jogos.

No fim daquele ano, no All-Star, brTT e Yoda enfrentaram Faker e o atirador chinês Captain Jack num dois contra dois: vencia quem fizesse 100 abates de tropa ou dois abates primeiro. O Brasil estava a três tropas da vitória quando Faker e Captain Jack viraram o jogo. A história completa do Faker está no nosso perfil do Rei Demônio Imortal.

Com a camisa rubro-negra, brTT virou fenômeno de audiência. Em 2019, perdeu a final do Split 1 para a INTZ por 3 a 2, a segunda final perdida seguida. No Split 2, a final foi de novo contra a INTZ, e de novo chegou a 2 a 2, mas desta vez o Flamengo venceu, com vaga no Mundial de 2019. Naquele split, brTT levou os prêmios de melhor atirador, jogada do campeonato e MVP da torcida. Era o quinto título nacional, pelo terceiro time diferente, e até hoje o único título de CBLOL do Flamengo. Ao lado dele no bot estava Luci, parceria que voltaria a dar frutos.

brTT campeão do CBLOL pelo Flamengo eSports em 2019

A volta para casa e o sexto traço (2020-2021)

Em dezembro de 2019, brTT anunciou o retorno à paiN. No anúncio, disse que tinha refletido sobre o futuro e queria encontrar paz olhando para o passado. Havia uma condição, porém: ele pediu que PAADA fosse pessoalmente pedir desculpas pela forma como tinha saído em 2016. PAADA foi, e brTT diz que a comunicação e a transparência foram justamente o que mais mudou na organização a partir dali.

Depois de perder a final do Split 2 de 2020 para a INTZ, veio o reencontro com Luci em 2021, numa dupla lembrada entre as melhores rotas inferiores da história do CBLOL. Nas quartas de final, perdendo por 2 a 0 para a LOUD, a paiN decidiu voltar ao que sabia fazer, e a call ficou famosa: “dá o Draven pro brTT”. Foram três vitórias seguidas, na primeira varrida reversa da história dos playoffs do CBLOL. Depois vieram o Flamengo, na semifinal em cinco jogos, e a Vorax, por 3 a 1 na final. Era o hexa pessoal, celebrado com a tatuagem do sexto traço no rosto.

O MSI 2021 e a primeira aposentadoria

O título levou a paiN ao MSI 2021, na Islândia, a última competição internacional da carreira dele. Contra a MAD Lions, a paiN chegou a deixar o Nexus adversário exposto, mas a MAD matou brTT na hora decisiva, o time ficou sem dano para fechar e perdeu a partida. No segundo split de 2021, a paiN caiu na semifinal para a Rensga, por 3 a 2.

No CBLOL Awards de 2021, brTT explicou por que ia parar. Sempre tinha sido um jogador emocional, que queria passar essa energia para quem estava assistindo, e a pandemia tinha tirado dele a torcida no ginásio. Disse que sentia ter perdido uma parte de si mesmo e que esperava um dia recuperar o brilho no olhar que tinha ao subir num palco. Anunciou uma pausa, e em novembro de 2021 deixou o competitivo.

O retorno pela LOS e a despedida definitiva (2023-2025)

A pausa durou menos do que parecia. Depois de um período como embaixador da Fluxo, brTT voltou ao servidor em maio de 2024, aos 33 anos, para defender a LOS no segundo split do CBLOL. O time não brilhou, mas a passagem teve um reencontro com a paiN na Arena CBLOL, com público, tratado pela transmissão como um acerto de contas com o passado. Em 16 de janeiro de 2025, ele encerrou a carreira em definitivo, desta vez sem volta, para se dedicar à vida de streamer e criador de conteúdo, onde segue entre os nomes mais fortes do LoL brasileiro.

brTT na LOS, o último time profissional da carreira

brTT em números

EstatísticaNúmero
Títulos brasileiros6, por 4 organizações
Edições de CBLOL disputadas17
Abates no CBLOL1.429
Abates pela paiN816, cerca de 11% de todos os abates da paiN na história do CBLOL
Jogos contra a paiN18, com 13 vitórias e 5 derrotas (72% de aproveitamento)
KDA na final de 201511,3, com apenas 3 mortes na série

Os números de abates e de confrontos contra a paiN são os divulgados pela transmissão oficial do CBLOL no reencontro de 2024.

O homem dos primeiros títulos

O dado mais impressionante da carreira de brTT é quantas histórias de título começam com ele:

  • paiN Gaming: os três primeiros títulos de CBLOL da organização (2013, 2015 e 2021) tiveram brTT no bot.
  • Keyd Stars: o único título da história da Keyd, em 2014, foi com ele.
  • RED Canids: o primeiro troféu da RED, em 2017, chegou junto com ele.
  • Flamengo: o único título de CBLOL do Flamengo, em 2019, também tem a assinatura dele.

Os títulos de brTT

Resposta rápida: brTT tem 6 títulos brasileiros de LoL: 3 pela paiN Gaming (2013, 2015 e 2021), 1 pela Keyd Stars (2014), 1 pela RED Canids (2017) e 1 pelo Flamengo (2019).

TítuloAnoTime
IEM São Paulo (seu primeiro título no LoL)2012Noob da Net
Campeonato Brasileiro2013paiN Gaming
Campeonato Brasileiro2014Keyd Stars
CBLOL Split 22015paiN Gaming
International Wildcard do Chile2015paiN Gaming
CBLOL Split 12017RED Canids
CBLOL Split 22019Flamengo eSports
CBLOL Split 12021paiN Gaming

Com seis títulos brasileiros, brTT divide com Tinowns o posto de maior campeão da história do campeonato, e é o único da lista com títulos por quatro organizações diferentes.

brTT em torneios internacionais

  • Mundial de 2015 (paiN Gaming): fase de grupos, com vitórias sobre Flash Wolves e CLG.
  • MSI 2017 (RED Canids): a primeira participação brasileira no torneio, encerrada na fase de entrada, contra times como a Dire Wolves.
  • Mundial de 2019 (Flamengo): play-in, com duelos contra a DAMWON, que seria campeã mundial no ano seguinte.
  • MSI 2021 (paiN Gaming): fase de grupos na Islândia, com duas vitórias.

Curiosidades sobre o brTT

  • O nick brTT é uma abreviação de “barata”.
  • O primeiro título dele no LoL veio contra a própria paiN, pelo Noob da Net, time que ele montou depois de ser tirado da equipe.
  • Tem três tatuagens com história: os seis traços perto do olho direito, um por título nacional; o “Never Give Up” na mão, pelo avô; e a Kayle nas costas.
  • Os bordões “respeita”, “respeita o rato” e “que que houve?” nasceram nas lives dele. O “respeita” virou marca de roupas criada com o irmão.
  • A palavra “família”, usada por ele desde 2012, virou praticamente um lema da torcida da paiN.
  • O aplauso irônico para a Keyd, na semifinal de 2015, é até hoje um dos memes mais usados do LoL brasileiro.
  • Foi eleito MVP da torcida do CBLOL tantas vezes que o prêmio virou quase uma tradição pessoal, incluindo na temporada de despedida em 2021.
  • Atravessou praticamente toda a história do campeonato brasileiro em atividade: estreou aos 21 anos, em 2012, e se despediu aos 33, com 17 edições disputadas.

Perguntas frequentes sobre o brTT

Quantos títulos o brTT tem?

Seis títulos nacionais: 2013, 2014, 2015, 2017, 2019 e 2021, conquistados por paiN, Keyd Stars, RED Canids e Flamengo. Antes deles, ganhou o IEM São Paulo de 2012 com o Noob da Net.

O que significa o nick brTT?

É uma abreviação de “barata”.

O brTT ainda joga profissionalmente?

Não. Ele se aposentou em definitivo em 16 de janeiro de 2025, depois do retorno pela LOS, e hoje atua como streamer e criador de conteúdo.

Por que o brTT saiu da paiN em 2016?

Ele foi para a reserva num ano de muitos conflitos internos e disse que faltou respeito e transparência na forma como foi comunicado. Quando voltou, em 2020, pediu que o fundador PAADA fosse pessoalmente se desculpar.

Por que brTT é chamado de Rei do Draven?

Pelo domínio absoluto do campeão nos primeiros anos do competitivo. O Draven virou marca registrada dele no Brasil e no exterior, e voltou a decidir séries até o fim da carreira, como na varrida reversa contra a LOUD em 2021.

Qual era o setup do brTT?

O DPI e os periféricos que o brTT usa hoje, informados por ele no chat da Twitch, estão na página config e setup do brTT.

Para mergulhar no contexto dessa carreira, veja a história completa da paiN Gaming, o time da vida dele.

Quer jogar de ADC como o brTT? Veja os melhores ADCs do meta do LoL no patch atual.

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