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paiN Gaming: a história completa do time mais tradicional do LoL brasileiro

paiN Gaming: a história completa no LoL, com 4 títulos de CBLOL, os Mundiais de 2015 e 2024, os jogadores da camisa e o elenco de 2026.

Patrick Fernandes Por · Curadoria BoaCall · publicado em 09/10/2026 · atualizado em 22/10/2026
Cinco jogadores da paiN Gaming com cheque gigante de 2º lugar de League of Legends no IEM São Paulo 2014
Neste guia 19 seções
  1. Do Dota ao primeiro time de LoL do Brasil (2010-2012)
  2. O primeiro título da paiN Gaming e a primeira gaming house (2013)
  3. Coreanos, Keyd e o primeiro grande rival (2014)
  4. 2015: o ano do Allianz Parque
  5. O desmonte da paiN Gaming (2016-2017)
  6. O rebaixamento e a volta por honra (2018-2019)
  7. A volta do brTT e a varrida reversa (2020-2021)
  8. Cinco vices e a rivalidade com a LOUD (2022-2024)
  9. A redenção de 2024 e o Mundial
  10. LTA Sul (2025) e o CBLOL 2026
  11. O elenco e a comissão técnica da paiN Gaming em 2026
  12. A torcida da paiN Gaming: a T1 do Brasil
  13. Todas as finais de CBLOL da paiN Gaming
  14. Outros títulos da paiN Gaming no LoL
  15. Quantos jogadores já passaram pela paiN Gaming?
  16. A paiN Gaming além do LoL
  17. Quem está por trás da paiN Gaming
  18. Números da paiN Gaming
  19. Perguntas frequentes sobre a paiN Gaming

História da paiN Gaming atualizada em 19/10/2026, com o elenco do Split 2 de 2026.

Nenhuma organização carrega a história do LoL brasileiro como a paiN Gaming. Foi o primeiro time profissional de League of Legends do país, antes mesmo de existir servidor brasileiro. Criou a primeira gaming house da América Latina, levou o CBLOL para um estádio de futebol lotado e é uma das poucas organizações do primeiro CBLOL, lá em 2012, que seguem em atividade. São quatro títulos nacionais, doze finais, duas idas ao Mundial, um rebaixamento que ninguém imaginava e uma torcida que já lotou arenas de norte a sul. Este guia conta essa trajetória inteira, com as histórias de quem viveu cada fase.

Do Dota ao primeiro time de LoL do Brasil (2010-2012)

A paiN Gaming nasceu em março de 2010, no Dota, fundada por Arthur “PAADA” Zarzur, ex-jogador profissional. O time de Dota foi o mais vitorioso do Brasil e deu à organização uma base de fãs que chamou a atenção dos primeiros jogadores de LoL. Em dezembro de 2011, a paiN montou sua equipe de League of Legends, a primeira profissional do país. Kami, que na época era o brasileiro com a maior pontuação no servidor norte-americano, foi o primeiro nome contratado para o meio.

Em 2012, a Riot chegou ao Brasil e anunciou o primeiro Campeonato Brasileiro de League of Legends na Brasil Game Show. A paiN Gaming chegou ao torneio com uma novidade que ninguém tinha feito no país: a paiN House, uma semana de bootcamp com o time morando e treinando junto. O elenco tinha Tittu no top, SirT (Thúlio) na jungle, Kami no mid, brTT no bot e MiT no suporte. brTT tinha chegado naquele ano, depois de enfrentar a própria paiN com outra equipe num dos primeiros torneios do país.

Na semifinal, a vTi Nox de yeTz, com um Karthus inspirado, eliminou a paiN Gaming. O time venceu a Insight e ficou em terceiro. Ainda no palco, com lágrimas nos olhos, brTT disse uma frase que viraria marca registrada da organização: aquilo não era só diversão, era uma família. E a torcida já estava lá. Os próprios jogadores contam que não sabiam que tinham fãs até ver a multidão pedindo fotos e autógrafos que eles nem tinham.

O primeiro título da paiN Gaming e a primeira gaming house (2013)

Em 2013 nasceu a primeira grande rivalidade do LoL brasileiro: paiN contra CNB, ou melhor, Kami contra Takeshi. Takeshi chegou a ter três contas ao mesmo tempo nas três primeiras posições da ranqueada, e a comunidade vivia dividida sobre quem era o melhor mid do país. Kami era sólido e mecânico; Takeshi, agressivo e focado nas side lanes.

A final do Campeonato Brasileiro de 2013 foi no WTC Golden Hall, em São Paulo, com cerca de 3 mil pessoas, gente sentada até nos corredores. Kami apostou num Gragas AP que os outros times ainda não tinham entendido, e SirT passou a série inteira caçando Takeshi, origem do meme do “Thúlio na moita”. A paiN Gaming venceu a CNB por 3 a 1 e ganhou o primeiro título nacional da história. Os próprios envolvidos lembram que, apesar dos anos de Dota, a paiN nunca tinha vencido nada tão grande presencialmente.

No mesmo ano, a paiN Gaming anunciou a primeira gaming house da América Latina. Para os jogadores, foi uma decisão de vida: Kami era de Florianópolis, Thúlio do Recife e brTT do Rio, e todos se mudaram para São Paulo para treinar oito horas por dia, como numa profissão de verdade. O time também virou a primeira equipe brasileira a disputar torneios no exterior e venceu uma votação internacional da Razer, à frente de CLG e Alliance, como a equipe do ano. A vaga no Mundial escapou na final do classificatório internacional, contra a lituana GamingGear.

Coreanos, Keyd e o primeiro grande rival (2014)

O ano começou com um vice no IEM São Paulo, na Campus Party, contra a francesa Millenium. Em fevereiro veio o primeiro grande abalo: brTT deixou a paiN Gaming e foi para a Keyd Stars, que trazia dois coreanos, SuNo e o jungler Winged. A paiN respondeu na mesma moeda. A organização mandou mensagens para jogadores estrangeiros pelo Reddit até chegar a Olleh, que indicou Lactea. Os dois coreanos mudaram o ritmo do time e da ranqueada brasileira. Lactea, pelos relatos da época, estava entre os jogadores mais mecânicos que já passaram pelo Brasil. Olleh virou xodó da torcida cantando Sandy & Junior em português na stream.

Cinco jogadores da paiN Gaming com cheque gigante de 2º lugar de League of Legends no IEM São Paulo 2014
paiN Gaming, vice no IEM São Paulo 2014. Foto: campuspartybrasil, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons

A final da Série dos Campeões foi justamente paiN contra a Keyd de brTT. A série foi para o quinto jogo e a Keyd venceu por 3 a 2. Como se diz até hoje no cenário, brTT sai da paiN Gaming, mas a paiN nunca deixa ele ir longe: quando não está no time, está do outro lado da final. No segundo semestre, paiN e Keyd caíram juntas nas semifinais da final regional, e a paiN ainda fechou o ano com três títulos presenciais menores.

2015: o ano do Allianz Parque

Em 2015 a Riot transformou o CBLOL em liga, com estúdio e jogos semanais, e a paiN Gaming foi atrás de quem trazia público: brTT voltou para casa. Ele conta que recebeu propostas do exterior naquele momento, mas escolheu ficar. Com a saída dos coreanos, que não conseguiram renovar o visto, chegou Dioud, suporte francês. Ele tinha jogado no Brasil em 2014 e ficou impressionado: quando o time dele matava alguém, ninguém comemorava; quando a paiN matava, o ginásio explodia. Prometeu a si mesmo jogar um dia com aquela torcida a favor.

O primeiro split terminou com um 3 a 0 da INTZ na semifinal. A resposta foi uma das maiores contratações da história do CBLOL: a troca de Leko por Mylon com a Keyd. O time passou a ter três carregadores, brTT, Kami e Mylon, e muita personalidade forte no mesmo quarto. Os treinos tinham discussões acaloradas, e a campanha na fase de pontos foi irregular. Foi aí que a paiN Gaming inovou de novo: tornou-se o primeiro time a trazer psicólogos do esporte para o dia a dia, um padrão que o cenário adotou depois.

Os playoffs e a final no Allianz Parque

Nos playoffs, o time virou outro. Na semifinal contra a Keyd, a paiN Gaming percebeu no draft que o adversário escolhia exatamente os campeões que ela tinha treinado na semana. brTT levantou e aplaudiu o outro time, uma cena que virou meme. Mesmo assim, a paiN venceu por 3 a 0, com direito a um roubo de Barão que rendeu outro bordão eterno: “calibra o Smite, Revolta”.

A final contra a INTZ, favorita absoluta, foi no Allianz Parque, estádio do Palmeiras, com 12 mil ingressos vendidos. Numa enquete entre os narradores, 14 apostaram na INTZ e só 1 na paiN Gaming. No estádio, cerca de 90% da torcida era paiN. Antes do jogo, brTT fez o discurso mais famoso do LoL brasileiro:

Interior do Allianz Parque, estádio do Palmeiras em São Paulo, com arquibancadas e gramado vistos do alto
Allianz Parque, em São Paulo, palco da final do CBLOL 2015 (foto do estádio). Foto: Elvis Boaventura, CC BY 3.0, via Wikimedia Commons

Isso aqui não é um time. É uma família. Se você vê que alguém está em perigo, vai deixar seu irmão morrer?

brTT, antes da final do CBLOL 2015

A paiN Gaming venceu por 3 a 0, com brTT de Vayne, um pick que ninguém esperava, e um backdoor de Mylon para fechar a série que até hoje arrepia quem estava no estádio. Mylon, de Shen, repetia no microfone que estava passando mal enquanto derrubava o Nexus. A final de Allianz virou o marco zero de uma geração: muita gente que hoje trabalha com esports diz que começou ali, e a imprensa tradicional passou a perguntar que jogo era aquele que lotava estádio de futebol.

Melhores momentos da final de 2015 no Allianz Parque. Vídeo: paiN Gaming, canal oficial, via YouTube.

O caminho até o Mundial de 2015

Depois, a paiN Gaming venceu todas as partidas do classificatório internacional no Chile, com vitória sobre a Kaos Latin Gamers na final diante de 5 mil chilenos, e foi ao Mundial de 2015 na Europa. Com jogos às 6 da manhã no horário de Brasília, bateu audiências que a Riot Brasil nunca tinha visto. Venceu a Flash Wolves e a CLG, a melhor campanha brasileira em Mundiais até então, e ficou fora das quartas por detalhes. Quem assistiu ainda lembra de duas jogadas: um erro de Dioud e um chute de Lee Sin em Mylon.

Palco do Mundial de 2015 em Paris com os jogadores da CLG e da paiN Gaming alinhados sob o telão da partida
paiN Gaming x CLG no Mundial de 2015. Foto: Bruce Liu, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons

O desmonte da paiN Gaming (2016-2017)

O sucesso durou pouco. Dioud voltou para a Europa, e o substituto, Loop, foi suspenso por um ano pela Riot, que entendeu que ele tinha sido aliciado para sair da INTZ. Sem opção, a paiN colocou Picoca, um criador de conteúdo sem experiência competitiva, no suporte. Os conflitos de 2015 não resolvidos voltaram, e a confiança entre os jogadores acabou. Pela primeira vez, a paiN ficou fora das semifinais do CBLOL e precisou vencer uma série contra a Overload para não cair.

No segundo semestre, brTT perdeu a vaga de titular e acabou deixando a organização, e a forma como isso aconteceu marcou os dois lados. Ele disse depois que esperava mais respeito e transparência e chamou aquele momento de fundo do poço da carreira. O próprio PAADA admite hoje que a organização não deu a ele o respeito que merecia, e que aquela saída abriu uma sequência de decisões ruins.

Em 2017, SirT saiu depois de seis anos, e PAADA assumiu a comissão técnica. O time ainda chegou à final do segundo split, em Belo Horizonte, mas perdeu para a surpresa Team oNe. Foi a despedida de uma geração: Mylon parou, e Kami, esgotado e apaixonado por aviação, pediu um tempo. Ele conta que, numa conversa séria sobre o futuro do time, apontou um avião passando no céu, e ouviu de volta que, se fosse uma Ahri voando, ele nem teria notado.

O rebaixamento e a volta por honra (2018-2019)

Em 2018, a paiN apostou em Takeshi, o velho rival, adaptado ao top, e em Tinowns no mid, com uma comissão técnica que, segundo os próprios envolvidos, chegou a ter perto de vinte pessoas. Deu tudo errado. O time vencia um jogo, perdia outro e não conseguia fechar as séries. Em março de 2018, com uma vitória em sete jogos, a paiN foi rebaixada ao Circuito Desafiante pela primeira vez na história.

Tinowns e Matsukaze ficaram. Tin explicou que não era questão de vontade, era questão de honra: como fez parte da campanha que rebaixou a paiN, sentia que precisava devolvê-la à elite. A primeira tentativa fracassou, com derrotas por 3 a 0 na final do Circuito para a Redemption e por 3 a 0 na série de acesso contra a INTZ. Na segunda, com Minerva de volta, agora na jungle, e esA no suporte, a paiN venceu a Team One na final e voltou ao CBLOL em 2019.

Fora do jogo, o rebaixamento forçou uma reforma completa da gestão, com rotina esportiva mais rígida e uma área comercial nova. A paiN foi a primeira equipe de esports patrocinada pela Coca-Cola e trouxe outras marcas de fora do meio gamer, como a BMW, um movimento que abriu portas para o cenário inteiro.

A volta do brTT e a varrida reversa (2020-2021)

No fim de 2019, brTT voltou. As conversas começaram na casa dele, e a condição para fechar era simbólica: PAADA precisava ir pessoalmente pedir desculpas pela forma como ele tinha saído em 2016. PAADA foi. O primeiro split de 2020, com os coreanos SeongHwan e Key, esbarrou na pandemia e no treino remoto e não deu certo. Deixou, porém, uma herança: o técnico coreano Xero, que seria peça central nos anos seguintes.

Para o segundo split, a paiN apostou em CarioK, um jungler pouco conhecido que tinha chegado rápido ao topo da ranqueada europeia, e trouxe Robo e esA. O time terminou a fase de pontos em primeiro, com 14 vitórias e 7 derrotas, e chegou à final contra a INTZ, disputada no terraço de um prédio perto da Ponte Estaiada, em São Paulo. Perdeu por 3 a 1. No fim de 2020, Kami anunciou a aposentadoria definitiva. Seu último jogo pela paiN tinha sido a final de 2017.

As franquias e o MSI 2021

Em 2021, com a chegada das franquias, a paiN trouxe Luci, parceiro de brTT no título do Flamengo. A dupla é lembrada como uma das melhores duplas de bot lane da história do CBLOL. O começo foi ruim, mas nas quartas de final veio o momento que definiu o time: perdendo por 2 a 0 para a LOUD, a paiN decidiu voltar ao que sabia fazer. Na call, a ordem era clara: “dá o Draven pro brTT”. A paiN venceu três jogos seguidos, na primeira varrida reversa da história dos playoffs do CBLOL. Depois, bateu o Flamengo do brTT em cinco jogos na semifinal e venceu a Vorax por 3 a 1 na final, disputada online. Foram quase seis anos sem título. Tinowns saiu correndo para abraçar CarioK, que chorava.

Jogo 5 da varrida reversa da paiN sobre a LOUD (CBLOL 2021). Vídeo: CBLOL, canal oficial, via YouTube.

No MSI 2021, na Islândia, a paiN ficou em terceiro no grupo com MAD Lions, PSG Talon e Istanbul Wildcats. Venceu os turcos duas vezes e chegou a deixar o Nexus da MAD exposto antes de perder. No fim do ano, brTT anunciou uma pausa. Em seguida saíram Luci, Robo e Tinowns, e a paiN perdeu, de uma vez, os quatro jogadores mais experientes.

Cinco vices e a rivalidade com a LOUD (2022-2024)

O time reconstruído chegou às duas finais de 2022 e perdeu as duas: 3 a 2 para a RED no primeiro split e 3 a 0 para a LOUD no segundo, no Ibirapuera, a primeira final presencial depois da pandemia, com sinalizadores, bateria e torcedores vindos de Santa Catarina, do Paraná e de todo o país. Fora do time principal, a paiN venceu o CBLOL Academy e a primeira Ignis Cup, o campeonato inclusivo da Riot. Com isso, tornou-se a primeira organização a vencer todas as competições nacionais da Riot no Brasil.

Em 2023, a LOUD venceu mais duas finais contra a paiN, por 3 a 0 e 3 a 1. Em 2024, mesmo com TitaN no bot e o suporte coreano Kuri, contratado a pedido dele, a paiN perdeu a quinta final seguida, de novo para a LOUD, por 3 a 2. A rivalidade virou a maior da história do CBLOL. Dirigentes de times rivais contam que prometiam churrasco se o elenco ganhasse da paiN. A organização, porém, manteve a base e a fé no grupo, algo raro depois de tantas derrotas.

A redenção de 2024 e o Mundial

Resposta rápida: a paiN Gaming foi ao Mundial de LoL duas vezes, em 2015 e em 2024. Em 2024, foi o primeiro time brasileiro a passar do Play-In.

No segundo split de 2024, a paiN finalmente quebrou a escrita: venceu a LOUD por 3 a 0 nas quartas e a mandou para a chave inferior, onde ela acabou eliminada. Na final, no Mineirinho, em Belo Horizonte, diante de 11 mil pessoas, bateu a Vivo Keyd Stars por 3 a 1 e conquistou o quarto título. Naquele momento, era para ser a última edição do CBLOL após doze anos. Quem estava desde o começo do ciclo resumiu a sensação: o título era uma dívida com a torcida, e com eles mesmos.

Panorâmica das arquibancadas do Mineirinho, ginásio de Belo Horizonte que recebeu a final do CBLOL 2024
Mineirinho, em Belo Horizonte, palco da final do CBLOL 2024 (foto do ginásio). Foto: Dimitri Bitu, domínio público, via Wikimedia Commons
Jogo 4 da final do CBLOL 2024, o do título da paiN. Vídeo: CBLOL, canal oficial, via YouTube.

No Mundial de 2024, na Europa, a paiN passou pelo play-in. Venceu a Vikings Esports e, no jogo decisivo, bateu a Movistar R7, campeã da liga latino-americana, para garantir a vaga em 29 de setembro. Foi a primeira vez em quase oito anos, desde o fim do International Wildcard Qualifier, que um time brasileiro chegou ao evento principal. Na fase suíça, o grupo da paiN foi pesado: G2, T1 de Faker e Team Liquid. Foram três derrotas, e a campanha terminou em 15º ou 16º lugar. Segundo o Esports Charts, o Mundial de 2024 é o torneio de maior pico de audiência que a paiN já disputou no LoL, com 2,35 milhões de espectadores simultâneos.

LTA Sul (2025) e o CBLOL 2026

Em 2025, com o CBLOL fundido à liga latino-americana, a paiN sofreu com o formato novo, mas seguiu batendo na trave: vice no Split 2 da LTA Sul para a FURIA e terceiro lugar no Split 3. Em setembro de 2025, a Riot anunciou o fim da LTA Sul e a volta do CBLOL. Para 2026, a organização passou por uma reformulação profunda fora do servidor, incluindo a saída do CEO Thomas Hamence e o desligamento do AD carry TitaN em março, após a abertura de uma investigação policial envolvendo o jogador.

Os números de 2025 são melhores do que o formato novo fez parecer. Com Wizer, CarioK, Roamer, TitaN e Kuri, a paiN terminou a fase de pontos do Split 2 da LTA Sul em primeiro lugar, perdeu a final dos playoffs por 3 a 0 para a FURIA e, no Split 3, ficou em terceiro. Em setembro, ainda disputou o Campeonato da LTA, onde parou na primeira rodada, com derrota por 3 a 0 para a 100 Thieves.

O elenco e a comissão técnica da paiN Gaming em 2026

Resposta rápida: em 2026, a paiN Gaming joga o CBLOL com Boal no top, CarioK na jungle, Namiru no mid, Hena no ADC e Ceos no suporte, com Von como head coach.

O ano de 2026 foi o mais instável da paiN em muito tempo, e o elenco mudou várias vezes. Na Copa CBLOL, em fevereiro, o time terminou em sétimo lugar. No Split 1, com Robo, Samkz, CarioK, Keine, Trigger e Kuri no elenco, venceu uma série e perdeu seis, ficou em sétimo e não foi aos playoffs.

Para o Split 2, a diretoria remontou o time. Boal chegou ao top em abril, Hena (sul-coreano, no ADC) e Ceos (suporte) foram anunciados em julho e Namiru, que vinha da equipe Academy, assumiu o mid em 28 de agosto, com Keine passando para a reserva. O nome mais antigo do grupo é CarioK, na jungle desde maio de 2020, campeão em 2021 e em 2024.

  • Top: Boal, contratado em abril de 2026.
  • Jungle: CarioK, na organização desde maio de 2020.
  • Mid: Namiru, promovido da Academy em agosto de 2026.
  • ADC: Hena, sul-coreano, chegou em julho de 2026.
  • Suporte: Ceos, chegou em julho de 2026.
  • Comissão técnica: Von (Gabriel Barbosa) é o head coach desde 12 de agosto, quando o sul-coreano Xero deixou o time. Sarkis segue como assistente.

O Split 2 de 2026

A fase de pontos do Split 2 terminou com duas vitórias e cinco derrotas, em sexto lugar. Nos playoffs, a paiN eliminou a Vivo Keyd Stars por 3 a 1 em 5 de setembro, perdeu por 3 a 1 para a LOUD em 13 de setembro (a série de maior audiência do split até então, com pico de 192 mil espectadores) e caiu para a chave inferior. Foi eliminada pela RED Canids, também por 3 a 1, em 20 de setembro, e fechou o split em quinto lugar.

A torcida da paiN Gaming: a T1 do Brasil

Se existe uma comparação que o cenário repete, é esta: a paiN está para o Brasil como a T1 está para a Coreia. Foi a primeira organização de esports do mundo a ter um programa de sócio-torcedor, que chegou a ter mais adesão do que clubes do Campeonato Brasileiro de futebol, e tem mais curtidas nas redes do que muitos times de futebol. As imagens da torcida recebendo o time nas finais viraram um cartão-postal do esport brasileiro. Como resume um depoimento do documentário da organização, a paiN era o único time que tinha torcida até perdendo.

PAIN & GLORY: o documentário oficial da paiN Gaming. Vídeo: paiN Gaming, canal oficial, via YouTube.

Todas as finais de CBLOL da paiN Gaming

Resposta rápida: a paiN Gaming tem 4 títulos de CBLOL (2013, Split 2 de 2015, Split 1 de 2021 e Split 2 de 2024) e 12 finais disputadas, recorde da liga.

AnoAdversárioResultado
2013CNBCampeã, 3 a 1
2014Keyd StarsVice, 2 a 3
2015 (Split 2)INTZCampeã, 3 a 0
2017 (Split 2)Team oNeVice
2020 (Split 2)INTZVice, 1 a 3
2021 (Split 1)VoraxCampeã, 3 a 1
2022 (Split 1)RED CanidsVice, 2 a 3
2022 (Split 2)LOUDVice, 0 a 3
2023 (Split 1)LOUDVice, 0 a 3
2023 (Split 2)LOUDVice, 1 a 3
2024 (Split 1)LOUDVice, 2 a 3
2024 (Split 2)Vivo Keyd StarsCampeã, 3 a 1

A paiN Gaming disputou 12 finais de CBLOL, mais do que qualquer outro time, e venceu 4. Os resultados acima são da Liquipedia e da Leaguepedia.

Gráfico das 12 finais de CBLOL da paiN Gaming: títulos em 2013, 2015, 2021 e 2024 e 8 vices
As 12 finais de CBLOL da paiN Gaming, de 2013 a 2024.

Outros títulos da paiN Gaming no LoL

  • International Wildcard do Chile (2015): campanha invicta e vaga no Mundial.
  • Circuito Desafiante (2019): título sobre a Team One e volta ao CBLOL.
  • CBLOL Academy (Split 2 de 2022 e Split 1 de 2024): os títulos da divisão de base, além do Americas Challengers de 2024.
  • Ignis Cup (2022, 2023 e 2024): o campeonato inclusivo da Riot, vencido três vezes.
  • BGL Arena (2013), além de torneios presenciais como a X5 Mega Arena e o Razer Challenge em 2014.
  • Superliga ABCDE (2019): vitória por 3 a 2 sobre a Prodigy.

Quantos jogadores já passaram pela paiN Gaming?

Ao todo, 55 jogadores diferentes já defenderam a paiN Gaming no League of Legends desde 2012. A lista é um recorte da própria história do CBLOL:

  • Os fundadores da mística: Kami, brTT, SirT, MiT, Tittu e Venon, a base dos primeiros anos.
  • Os campeões de Allianz (2015): Mylon, SirT, Kami, brTT e Dioud.
  • Os coreanos de 2014: Lactea e Olleh, que depois brilhou na LCS norte-americana.
  • Os campeões de 2021: Robo, CarioK, Tinowns, brTT e Luci.
  • Os campeões de 2024: Wizer, CarioK, dyNquedo, TitaN e Kuri.
  • Outros nomes de peso: Takeshi, Loop, Minerva, Matsukaze, esA, Rakin (hoje um dos maiores criadores de conteúdo do LoL BR), SeongHwan e Ceos.

A paiN Gaming além do LoL

O League of Legends é a vitrine, mas a paiN sempre foi uma organização multigames. Segundo o Esports Earnings, ela já somou cerca de US$ 2,77 milhões em premiações, em 245 torneios. O LoL principal responde por apenas 14% desse total. Pesam mais o Counter-Strike (44%) e o Dota 2 (27%). Veja o que cada modalidade deixou e o que segue ativo em outubro de 2026.

Dota e Dota 2: onde tudo começou

A paiN nasceu em março de 2010 no Dota, e o time de Dota 2 foi o mais vitorioso do Brasil. Venceu as três edições da Brasil Game Cup entre 2014 e 2016, a X5 Mega Arena de 2014 e 2015 e a primeira etapa da Xtreme League de 2015. Em 2016, a divisão foi encerrada depois de um desentendimento entre a diretoria e os jogadores.

O Dota 2 voltou em novembro de 2017 com um novo elenco, que foi vice-campeão do WESG 2017 (prêmio de US$ 300 mil), terminou em terceiro ou quarto lugar no ESL One Birmingham 2018 e disputou o The International de 2018, o maior torneio da modalidade, onde parou na fase de grupos. A mídia da época registrou a paiN como o primeiro time brasileiro a jogar um The International. A divisão foi desfeita em abril de 2020. Em 2026 houve um retorno curto, com um elenco montado em fevereiro, campeão da CCT Season 2 Series 8 em março e dispensado em 12 de abril.

Counter-Strike: a divisão mais ativa fora do LoL

A paiN criou o time de Counter-Strike em maio de 2011 e abriu a divisão de CS:GO em dezembro de 2012. A fase atual começou em fevereiro de 2019, com o capitão e in-game leader biguzera, que renovou contrato por vários anos em junho de 2025. Em 2020, o time se mudou para a América do Norte para jogar os circuitos de lá e, a partir de 2023, voltou a disputar os circuitos sul-americanos.

O currículo no CS é grande. Em 2022, a paiN venceu o BLAST Premier Spring American Showdown (2 a 0 na FURIA) e o ESL Challenger de Melbourne (2 a 1 na Imperial, prêmio de US$ 50 mil). Dois anos depois, em 2024, levou o Global Esports Tour Rio de Janeiro, com 2 a 1 na Imperial e US$ 100 mil. Já em abril de 2026, venceu o Circuit X Mayhem São Paulo por 3 a 1 contra a Gaimin.

O auge veio no BLAST.tv Austin Major 2025. A paiN chegou à semifinal e perdeu por 2 a 0 para a The MongolZ (13 a 5 em Mirage e 13 a 5 em Anubis), com prêmio de US$ 80 mil. O HLTV chamou o time de “azarão sul-americano”. A paiN disputou seis Majors seguidos: Paris (2023), Copenhague e Xangai (2024), Austin e Budapeste (2025) e Colônia (2026).

Em setembro de 2026, depois de uma reestruturação, o elenco tinha biguzera, snow, saffee, Rkzinho e Tatu (promovido da equipe Academy), com rikz como coach e betinho como coach estratégico.

Free Fire: encerrado em janeiro de 2026

A paiN montou o time de Free Fire em agosto de 2019. Foi quarto lugar na Free Fire Continental Series de 2020 (Américas), e, em 2022, venceu a Série B da LBFF para voltar à elite. A melhor fase foi a de 2024 a 2025: vice-campeão do Free Fire World Series Brasil 2024, sexto lugar na final global de 2024 (US$ 50 mil) e oitavo lugar na Esports World Cup 2025. Em janeiro de 2026, o elenco inteiro deixou a organização, e a Liquipedia marca a divisão como encerrada em 21 de janeiro.

Valorant, Clash Royale, Rainbow Six e outros

  • Valorant (2020 a 2021): o time durou de junho de 2020 a maio de 2021. Foi vice-campeão do First Strike Brasil (dezembro de 2020) e terminou em terceiro ou quarto lugar no Masters do VCT Brasil 2021. Foi desfeito em 17 de maio de 2021.
  • Clash Royale (2018 a 2021): a paiN foi um dos times da Clash Royale League e chegou ao quarto lugar da final mundial de 2020. Saiu do cenário em janeiro de 2021.
  • Rainbow Six (até 2019): time ativo desde 2015, vice-campeão do OGA PIT Season 1 da América Latina em 2018 e desfeito em julho de 2019.
  • Outros jogos: Smite, Hearthstone, Overwatch, CrossFire, Arena of Valor, Call of Duty, Vainglory e PUBG também já tiveram a camisa da paiN, quase todos em fases curtas.

As equipes de base, o feminino e a Kings League

No LoL, a paiN mantém uma equipe Academy, que ganhou o CBLOL Academy em 2022 (Split 2) e 2024 (Split 1), além do torneio Americas Challengers de 2024. A equipe inclusiva e feminina venceu a Ignis Cup três vezes (2022, 2023 e 2024) e a Zide Fem de 2023. Segundo a Wikipédia, esse time foi desfeito em 2024.

Em dezembro de 2025, a paiN firmou parceria com o Desimpedidos Esporte Clube para entrar na Kings League, a liga de futebol de sete criada por Gerard Piqué. O time, rebatizado de DesimpaiN em março de 2026, foi campeão do Split 2 da Kings League Brazil em maio, vencendo a G3X na final, disputada na Trident Arena, em Guarulhos.

Em resumo, em outubro de 2026 seguem ativos o LoL (principal e Academy), o CS2 e a parceria da Kings League. Free Fire, Valorant, Clash Royale e Rainbow Six estão encerrados, e o Dota 2 teve só um retorno breve neste ano.

Quem está por trás da paiN Gaming

O fundador e a gestão

A paiN pertence a Arthur “PAADA” Zarzur, ex-jogador profissional de Dota que a fundou em março de 2010 e segue como dono. Algumas fontes registram o sobrenome como Curiati. PAADA aparece no dia a dia da organização: em 2017 assumiu a comissão técnica do LoL durante um split e, em 2019, foi pedir desculpas pessoalmente ao brTT para trazê-lo de volta.

Entre 2018 e 12 de março de 2026, o CEO foi Thomas Hamence. Foi na gestão dele que a paiN fechou os patrocínios de marcas de fora do meio gamer (BMW, Coca-Cola, Subway, JBL e Melitta), inaugurou a sede de São Paulo e entrou na Kings League. A saída veio no meio da maior crise de imagem da história da organização. Em janeiro de 2026, a paiN suspendeu por tempo indeterminado o ADC TitaN depois de acusações públicas contra ele.

Em março, ele foi desligado quando a Polícia Civil de São Paulo recebeu denúncias formais, e reportagens passaram a questionar como a diretoria havia tratado o caso. A Tradicionais, uma das principais torcidas organizadas, anunciou o rompimento com a organização, e a paiN divulgou uma nota em que reconhece o erro de ter tratado a organização apenas como um negócio. Hamence deixou o cargo por acordo mútuo com o conselho. As fontes consultadas não citam um sucessor, e PAADA segue no comando.

Sede, gaming house e estrutura

A paiN teve a primeira gaming house da América Latina, em 2013. Em 16 de novembro de 2022, inaugurou a sede da Vila Leopoldina, em São Paulo, que chama de maior complexo de esports da região. São 1.500 metros quadrados, obras que começaram em 2019 e custaram quase R$ 10 milhões (a previsão inicial era de R$ 4 milhões). O espaço tem cinco salas de treino, quatro salas de stream, consultórios de psicologia e fisioterapia, sala de troféus e uma arquibancada para até 150 torcedores diante de um telão de 3 metros. Cerca de 80 pessoas trabalhavam ali, e o custo mensal, com aluguel, ficava entre R$ 200 mil e R$ 250 mil.

Em agosto de 2026, a paiN anunciou que deixa esse prédio, porque o contrato de locação não foi renovado. O novo escritório será na Vila Ipojuca, com operação prevista para janeiro de 2027 e inauguração oficial até julho de 2027.

A marca: cores, apelido e torcida

As cores da paiN são o preto e o vermelho. O apelido do time é “Tradicionais”, que também dá nome a uma das principais torcidas organizadas. O site oficial resume a identidade em três frases: “Ninguém torce como a gente”, “Born gamer, forever gamer” e “Be hungry, be humble, be honest”. Em 2016, a campanha do primeiro programa de sócio-torcedor dos esports do mundo se chamava #MelhorTorcidaDoMundo, e o plano básico era gratuito. Nenhuma das fontes consultadas cita um mascote oficial.

Patrocinadores e modelo de negócio

O site oficial lista como patrocinadores a GamersBrawl, a Dorflex, a Melitta, a JBL e a Corsair. A Leaguepedia acrescenta Lupo, Subway, ExitLag e Duracell. Em 2019, a paiN foi a primeira equipe de esports patrocinada pela Coca-Cola e fechou um contrato com a BMW.

Os valores dos contratos não são públicos, mas as fontes mostram de onde vem o dinheiro:

  • Patrocínios: marcas de dentro e de fora do meio gamer. Em novembro de 2022, a paiN contratou a Sportfive como representante exclusiva de vendas.
  • Loja e uniformes: a loja “Sou paiN” vende o uniforme oficial de 2026 por R$ 219,99.
  • Sócio-torcedor: lançado em setembro de 2016, na Brasil Game Show, com plano gratuito e plano pago a R$ 9,99 por mês. Foi o primeiro de um clube de esports no mundo.
  • Conteúdo: streamers e criadores de conteúdo dentro do elenco, como Kami e dyNquedo, ex-jogadores que hoje transmitem pela organização.
  • Negócios novos: a Kings League funciona como uma unidade de negócio própria, com estrutura de investidores independente.
  • Premiações: em 2019, a imprensa calculava que as conquistas já tinham rendido quase US$ 950 mil em prêmios.

Números da paiN Gaming

  • 2010: ano de fundação (março), com 16 anos de história em 2026.
  • 4 títulos de CBLOL (2013, Split 2 de 2015, Split 1 de 2021 e Split 2 de 2024). O ranking de títulos é INTZ e LOUD com cinco cada, e paiN e KaBuM! com quatro.
  • 12 finais de CBLOL, mais do que qualquer outro time (a INTZ tem sete). Foram quatro títulos e oito vices.
  • 5 vices em sequência, de 2022 a 2024, contra RED Canids e LOUD.
  • 2 Mundiais de LoL (2015 e 2024). Em 2015, a paiN foi a primeira equipe de uma região wildcard a vencer mais de um jogo num Mundial.

Público e audiência da paiN Gaming

  • 12 mil ingressos vendidos para a final de 2015 no Allianz Parque.
  • 11.200 pessoas no Mineirinho na final de 2024, com pico de 327 mil espectadores simultâneos online.
  • 459.846 espectadores simultâneos na final do Split 1 de 2024, LOUD 3 x 2 paiN, o recorde do CBLOL até hoje. A final da Copa CBLOL de 2026 chegou a 443 mil, o segundo maior pico.
  • 2,35 milhões de pico de audiência no Mundial de 2024, o maior da história da paiN no LoL.
  • 192.826 espectadores no paiN x LOUD dos playoffs do Split 2 de 2026, a maior audiência do split até a metade de setembro.
  • Melhor organização de esports no Prêmio Esports Brasil 2024.
  • 6 Majors seguidos de CS (2023 a 2026) e uma semifinal em Austin, em 2025.
  • 3 vitórias na Brasil Game Cup de Dota 2 (2014, 2015 e 2016) e uma participação no The International de 2018.
  • US$ 2,77 milhões em premiações em 245 torneios, segundo o Esports Earnings (consulta de 09/10/2026).
  • 1.500 m², cerca de R$ 10 milhões, 150 lugares na arquibancada: a sede de 2022.
  • 12 milhões de seguidores nas redes, número divulgado pela Sportfive em novembro de 2022.
  • 3 títulos da Ignis Cup (2022, 2023 e 2024) e 2 do CBLOL Academy (2022 e 2024).
  • 55 jogadores de LoL já defenderam a camisa.

Perguntas frequentes sobre a paiN Gaming

Quantos títulos de CBLOL a paiN tem?

Quatro: 2013, Split 2 de 2015, Split 1 de 2021 e Split 2 de 2024. Chegou a doze finais, mais do que qualquer outro time. Em número de títulos, está atrás de INTZ e LOUD, que têm cinco cada, e empatada com a KaBuM!.

Quem fundou a paiN Gaming?

Arthur “PAADA” Zarzur, ex-jogador profissional de Dota, em março de 2010. O time de League of Legends foi criado em dezembro de 2011.

A paiN já foi ao Mundial?

Duas vezes. Em 2015, venceu Flash Wolves e CLG na melhor campanha brasileira da época. Em 2024, passou pelo play-in e caiu na fase suíça com três derrotas, para G2, T1 e Team Liquid.

A paiN já foi rebaixada?

Sim, uma vez, em março de 2018. Passou cerca de um ano no Circuito Desafiante e voltou ao CBLOL em 2019, depois de vencer a Team One na final.

Quem joga na paiN em 2026?

O elenco que encerrou o Split 2 de 2026 tinha Boal no top, CarioK na jungle, Namiru no mid, Hena no ADC e Ceos no suporte. O head coach é Von, que assumiu em 12 de agosto, quando Xero saiu, e o assistente é Sarkis.

Qual é o maior ídolo da história da paiN?

Kami e brTT dividem o posto. Kami defendeu a paiN de 2011 a 2017. brTT tem a assinatura nos três primeiros títulos da paiN. A trajetória completa está na nossa história do brTT.

Mais perguntas sobre a paiN Gaming

Em quais jogos a paiN compete em 2026?

Em outubro de 2026, a paiN tem times de League of Legends (principal e Academy) e de Counter-Strike 2, além da parceria na Kings League, com o time DesimpaiN. O Free Fire foi encerrado em janeiro de 2026, e Valorant, Clash Royale e Rainbow Six já tinham acabado.

Onde fica a sede da paiN?

Em São Paulo, na Vila Leopoldina, num complexo de 1.500 metros quadrados inaugurado em 2022. A organização já anunciou a mudança para a Vila Ipojuca, também na capital paulista, com operação prevista para janeiro de 2027.

Quem é o dono e quem é o CEO da paiN?

O dono e fundador é Arthur “PAADA” Zarzur. Thomas Hamence foi CEO de 2018 até 12 de março de 2026, quando renunciou. As fontes consultadas não registram um sucessor.

A paiN tem time de Counter-Strike?

Sim, e é um dos principais do Brasil. A paiN esteve em seis Majors seguidos e chegou à semifinal do BLAST.tv Austin Major 2025. O capitão é biguzera, e o técnico é rikz.

Quais são as cores e o apelido da paiN?

Preto e vermelho. O apelido é “Tradicionais”.

Veja também a história do Faker, adversário da paiN no Mundial de 2024, e os setups dos pro players no BoaCall.

Para ver quais campeões estão fortes hoje na fila ranqueada, confira o meta do LoL do patch atual, com os melhores picks de cada lane.

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